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Marketing para pequenas empresas: estratégias e dicas para seu negócio crescer

Não são apenas as grandes organizações que devem se preocupar com campanhas de divulgação da sua marca e produtos. Também é muito importante planejar o marketing para pequenas empresas, afinal, elas precisam encantar o seu público para se manterem fortes no mercado. Ainda que o público seja menor, é fundamental oferecer uma boa experiência para essas pessoas para que elas voltem a fazer compras e sejam fidelizadas. Além disso, as pequenas empresas também têm concorrentes. Então, se não criarem boas campanhas de marketing, podem acabar ficando para trás. Como fazer marketing para pequenas empresas? O marketing para pequenas empresas também precisa de planejamento. Independentemente do porte do negócio, ele tem uma solução específica, um público também específico, concorrentes e tudo mais que as grandes empresas têm. A diferença é que muitas ações costumam ter um foco regional para atender o público que está por perto. Além disso, estratégias e ferramentas devem ser adequadas às demandas e características do negócio. Empresas pequenas não podem deixar o marketing de lado, mas as ações e campanhas devem ser condizentes com a realidade do público e as necessidades do negócio. Desenvolva a identidade visual e a marca do negócio O que faz com que uma empresa seja real para o público é a identidade criada em torno dela. Essa identidade é composta pelo seu logotipo, as cores utilizadas, as fontes dos textos e toda essa parte gráfica e visual que torna essa empresa real, de modo que seja reconhecida pelas pessoas. A identidade contribui para gerar a identificação do público com a marca. É por isso que, para criar boas campanhas de marketing para pequenas empresas, é necessário desenvolver antes essa marca e essa identidade. Isso é feito com base no seu segmento de mercado, nas soluções disponibilizadas e no público atendido. Mescle ações virtuais e físicas Não é novidade que empresas de todos os segmentos estão migrando para o meio digital. Isso acontece mesmo com aquelas que pretendem continuar suas atividades em estabelecimentos físicos, uma vez que estar no meio digital é indispensável para alcançar o público. Veja a importância de conhecer bem essas pessoas e os hábitos delas para saber, por exemplo, se faz mais sentido investir em um outdoor, panfletagem, anunciar no rádio ou canal de TV local, ou então investir em mídias pagas online. Ter esse conhecimento ajuda a investir naquilo que tem maiores chances de trazer retorno. Tenha um site e um blog bem estruturados Essa é uma das regras principais para quem pretende começar a explorar o meio digital. O marketing para pequenas empresas na internet começa com a criação de um site e de um blog bem estruturados, pois esses são o endereço do negócio no mundo virtual. No entanto, perceba que explicamos que o site e o blog precisam ter uma boa estrutura. A internet é um mundo dinâmico, e as pessoas não gostam de perder tempo nesse espaço. Sendo assim, não é “qualquer coisa” que vai funcionar. É importante que o site seja organizado e completo, que tenha um bom layout e design para que os visitantes naveguem com facilidade. Esteja nas redes sociais Criar um perfil nas redes sociais é indispensável para as estratégias de marketing para pequenas empresas. Isso faz com que o negócio se torne mais acessível para o público e ainda contribui para que a marca faça parte do dia a dia dessas pessoas. Afinal, elas estão sempre conectadas e de olho no que está acontecendo. As redes sociais são o canal para você interagir com o público, levar informação, proporcionar entretenimento e divulgar produtos e serviços. Note que não se trata apenas de vendas. É muito importante que os perfis tragam humanização nessa interação com o público, evitando restringir as postagens apenas para incentivar compras porque isso pode levar à rejeição. Crie valor para o negócio É importante pensar naquilo que faz com que os clientes da sua empresa deem preferência para ela em vez de ir para a concorrência. Existe algo que de fato atraia essas pessoas para o seu negócio? O objetivo aqui é encantar o cliente mesmo que seja em detalhes, oferecer algo que vá além das soluções que a sua empresa entrega. Tenha esse diferencial que só pode ser encontrado no seu negócio, para que a experiência do público seja positiva e marcante. Ofereça um bom atendimento Quando o cliente é bem atendido, a tendência é ele voltar. Ou seja, oferecer um bom atendimento é uma estratégia que contribui para a fidelização do público. Ao mesmo tempo, ajuda a formar defensores e promotores da marca. Essas são as pessoas que vão fazer a indicação do seu negócio para outros, possibilitando atrair e ganhar novos clientes sem ter que, necessariamente, elaborar campanhas focadas nesse objetivo. Cada contato precisa de atenção, independentemente do teor da mensagem encaminhada. Dúvidas devem ser respondidas, problemas sanados e reclamações registradas para fazer melhorias. Atender bem demonstra preparo e profissionalismo, o que gera credibilidade e confiança. Como aplicar essas estratégias e dicas da melhor forma? 1. Conhecer os clientes Você tem que saber quem são essas pessoas, por exemplo, homens ou mulheres, jovens, de classe média ou alta, e assim por diante. É fundamental ir a fundo para conhecer também os hábitos, comportamentos, preferências e objeções. Todas essas informações são indispensáveis para que você saiba aquilo que pode funcionar para essas pessoas. 2. Estudar seus concorrentes Analise em detalhes seus concorrentes para que possa entender aquilo que elas não entregam e, dessa forma, gerar diferenciais e oportunidades. Essa também é uma maneira de ver aquilo que não pode faltar para que você não acabe ficando para trás. 3. Analisar o próprio negócio Procure se colocar no lugar dos seus clientes. Veja se o modo como as coisas estão sendo feitas agora poderia agradar você enquanto cliente. Mas também procure analisar os aspectos fortes para que possa investir cada vez mais neles e se destacar por causa desses diferenciais. 4. Medir os resultados Ao longo de todo o caminho, são necessárias adequações, investimentos

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Como aproveitar novas oportunidades de negócio com menos riscos

O que é uma oportunidade de negócio? Podemos defini-la como uma circunstância favorável para fazer alguma coisa — nesse caso, abrir ou promover um negócio, o que geralmente está relacionado à venda de um produto ou serviço. Por exemplo, abrir uma franquia reconhecida e de sucesso em uma cidade que ainda não conta com essa marca pode ser uma boa oportunidade de negócio — ou não. Tudo depende da análise de vários fatores e, claro, envolve riscos. A ideia pode acabar não tendo o sucesso esperado pelas características do público, mas a novidade pode, também, superar as expectativas. É preciso ter cuidado ao ter uma ideia, identificar uma oportunidade e executar o plano. Muitas coisas podem acontecer por esse caminho até fazer o negócio dar certo, mesmo que ele seja oportuno. De qualquer forma, a oportunidade já é um ponto positivo para viabilizar a ideia e torná-la real. Como identificar novas oportunidades de negócio para minha empresa? Basicamente, boas oportunidades dependem da detecção de uma necessidade ou desejo do público consumidor. Por sinal, aqui começam os equívocos. Repare que o crescimento estável do negócio depende do foco invariavelmente voltado ao chamado perfil de cliente ideal. As soluções devem ser concebidas para esse tipo de consumidor. O relacionamento com ele precisa ser mais bem desenvolvido. À medida que o tempo passa, as preferências dele podem mudar, como acontece com qualquer pessoa. Cabe à empresa utilizar meios eficazes para manter a sintonia fina com uma audiência tão especial, responsável por solidificar a base e viabilizar a conquista de mais clientes. Atração por meio de marketing digital Por mais que seja negligenciado por algumas pequenas e médias empresas (PMEs), o estágio de atração do cliente ideal (persona) é decisivo para o futuro do negócio. A qualidade, tanto da concepção quanto da execução da estratégia diz muito a respeito do grau de competitividade da empresa perante a concorrência. Uma vez que seu negócio tenha um blog alimentado com material de qualidade, a probabilidade de atrair e cativar a atenção do público esperado é alta. A partir do momento em que houver maturidade suficiente, ou seja, quando a marca já tiver credibilidade, fica fácil fazer com que as pessoas se tornem leads. Nesse instante, elas já manifestaram interesse por algum produto ou serviço específico oferecido pela organização, ao ponto de preencher um formulário com alguns dados pessoais. Em outras palavras, existe o nítido desejo de, no mínimo, saber mais sobre o assunto tratado naquelas circunstâncias. Quais os principais cuidados ao avaliar novas oportunidades de negócio? • Análise de perfil do cliente Definir o perfil do cliente ideal, como falamos em outro trecho, é apenas um dos passos indispensáveis para fechar ótimos negócios. Para ser completa, a análise precisa considerar a situação financeira de quem está disposto a adquirir um item da sua empresa. Assim, você pode vender com segurança. • Atenção ao pós-venda Finalmente, lembre-se de que a venda não se encerra no ato do recebimento do valor envolvido na transação. Mesmo em compras à vista, recomenda-se que a empresa acompanhe a experiência do cliente após a transação financeira. Se a intenção é estreitar os laços e encontrar novas oportunidades de negócios, nada mais vital do que se preocupar com o nível de satisfação dos clientes. Como montar um negócio de sucesso? Para finalizar, temos mais algumas dicas para aproveitar uma boa oportunidade de negócio e alcançar o sucesso. Veja o que não pode ficar de fora do seu foco de atenção. • Analisar o mercado A análise de mercado prévia, com certeza, é uma etapa essencial para o sucesso, pois ajuda a visualizar todo o potencial e os riscos envolvidos. Estude a concorrência, faça muitos cálculos e descubra quais são os diferenciais do seu negócio que você vai usar como força de venda. • Cuidar da saúde financeira Acompanhar os resultados é fundamental, além de contar com facilidades para fazer toda a gestão do dinheiro e evitar problemas, como a possibilidade de inadimplência — que é capaz de acabar com qualquer empresa. • Investir em comunicação digital As ferramentas virtuais (site, blog, redes sociais etc.) facilitam o contato com os clientes e permitem que você conheça melhor o seu público a partir dos dados disponibilizados. Enfim, como demonstramos ao longo deste post, conquistar excelentes oportunidades é desafiador, mas não é impossível. E se você está pensando em montar um negócio, fale com a gente! A Solvção conta com profissionais experientes que podem te dar todo o suporte. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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MEI pode ter funcionário registrado?

O Microempreendedor Individual (MEI) é um modelo empresarial simplificado, criado para facilitar a regularização dos profissionais autônomos. Ao optar por este tipo de enquadramento, o empreendedor passa a atuar de maneira formal no mercado, conquista um CNPJ, passa a ser capaz de emitir notas fiscais e tem acesso aos benefícios da Previdência Social. Para ser MEI, no entanto, é preciso cumprir com um conjunto de exigências, como ter um limite de faturamento anual que não ultrapasse R$81 mil, ter a atividade econômica enquadrada neste regime e ainda respeitar a quantidade de colaboradores contratados. E é exatamente sobre este último tópico que vamos falar MEI pode ter funcionário? Muitos microempreendedores individuais têm dúvidas em relação à contratação de funcionários, e alguns não sabem que é permitido contar com um colaborador. Mas é importante saber que MEI pode ter funcionário, sim! De acordo com a Lei Complementar n 128/08, é preciso que o funcionário seja maior de 16 anos e realize exame admissional para integrar a empresa. Além disso, só é permitida a contratação de um funcionário por CNPJ. Caso exista a necessidade de mais colaboradores, será preciso sair do modelo MEI e optar pela microempresa. Vale lembrar que essa ação pode alterar os tributos que incidem sobre o negócio. Qual o valor do salário? O funcionário contratado pelo MEI precisa receber pelo menos um salário-mínimo, ou o piso determinado pela categoria, que pode ser consultado no site do sindicato da atividade exercida. O colaborador apresenta os mesmos direitos de um trabalhador que exerce função em uma empresa grande. Entre os benefícios previstos legalmente, estão o décimo terceiro salário, auxílio-maternidade, férias e acesso ao seguro-desemprego. Além disso, é preciso pagar horas extras, adicional noturno, entre outros. Quanto custa registrar um funcionário pelo MEI? O custo de um colaborador para o MEI gira em torno de 11%, sendo que 3% são destinados para o encargo previdenciário e 8% para o FGTS. O pagamento precisa ser efetuado até o dia 7 de cada mês. Os cálculos são feitos de forma automática pelo sistema GFIP, que precisa ser baixado no site da Receita Federal. Além do mais, o empreendedor deve fazer o cadastro do colaborador contratado no Programa de Integração Social (PIS), no site da Caixa Econômica Federal, para que o contratado tenha direito ao abono salarial. É fundamental que tudo seja pago da forma correta para evitar maiores adversidades. Quando os valores não são pagos como o exigido na lei, o profissional pode requerê-los na Justiça, o que não é vantajoso para o crescimento do seu negócio. Como é realizada a contratação de um funcionário? Para que seja possível efetivar a contratação do colaborador, é necessário que o empreendedor esteja ciente de suas obrigações. O futuro funcionário deverá ser inserido no regime CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), ou seja, a carteira do profissional deverá ser assinada. O MEI deverá encaminhar o contratado para a realização do exame admissional, sendo que o valor deverá ser pago pelo empreendedor, para confirmar que ele está preparado e apto para exercer o cargo proposto. Caso a avaliação seja positiva, a contratação poderá ser efetuada. Saiba que, em casos de dúvidas, é essencial contar com o auxílio de um contador especializado no assunto. Neste caso, a Solvção pode avaliar corretamente a documentação enviada pelo colaborador, para que tudo aconteça dentro das regras. Normalmente, os documentos solicitados para a contratação são: • RG, CPF, título de eleitor; • certidão de nascimento ou de casamento; • histórico escolar; • carteira de trabalho; • certificado de reservista ou comprovante de quitação militar (específico para homens acima de 18 anos); • declaração de dependentes do IR; • número do PIS; • atestado de admissão médica. Além dos documentos citados, é necessário apresentar o contrato de trabalho assinado. O documento precisa conter importantes informações, como data da contratação, salário, período de contratação, dados pessoais do empregado e do empregador, assinatura dos envolvidos e de duas testemunhas. Todo processo burocrático de contratação deve ser realizado por meio do site do governo, o e-Social. Para facilitar todo o processo, você utilizar Certificado Digital ou o Código de Acesso e senha disponibilizados pelo próprio sistema. Caso você não saiba, o Certificado Digital é uma identidade eletrônica da empresa e a Solvção Contabilidade também pode realizar esse processo de validação para você! Com o Certificado, é possível assinar documentos de valor jurídico mesmo a distância, sem a necessidade de reconhecer firma em cartório. É obrigatório que a contratação do funcionário do MEI seja feita pelo e-Social. Isso porque todos os cálculos serão realizados diretamente pelo Governo, além de pegar a guia de pagamento para o FGTS e INSS do contratado. É vantajoso o MEI contratar um funcionário? Para saber se realmente é vantajoso fazer a contratação de um funcionário em sua empresa, é fundamental analisar a sua demanda de trabalho e o seu faturamento mensal. Ao verificar esses dois pontos, é possível saber a necessidade ou não de um profissional. Se você realizar a contratação e não conseguir arcar com os gastos, o seu negócio poderá ter diversos contratempos trabalhistas. Mas se sua demanda é grande e você não consegue mais fazer as tarefas sozinho, é válido contar com um funcionário para auxiliar. Ao oferecer um serviço de qualidade no mercado, as chances de melhorar a produtividade e atender a mais clientes aumentam. Além do mais, você está dando a oportunidade de alguém de ter sua carteira assinada e seus direitos devidamente garantidos. Portanto, o MEI pode ter um funcionário registrado, desde que consiga cumprir com todas as obrigações, uma vez que profissional contratado precisa ter seus direitos resguardados. Se você é MEI e ainda tem dúvidas sobre contratar um funcionário, nós da Solvção podemos te ajudar. Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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5 passos para realizar a gestão de vendas eficiente no seu pequeno negócio

A gestão de vendas consiste em um processo relacionado com a contratação e a capacitação de colaboradores. Para que a estratégia de vendas da empresa ocorra de forma satisfatória, é fundamental que exista um bom controle dos processos. Nesse sentido, é importante ressaltar que a criação de boas estratégias ajuda a melhorar o crescimento da receita do negócio. Afinal, as vendas são fundamentais no sucesso de qualquer empreendimento. Por isso, uma gestão de vendas se torna essencial. Ela é uma excelente maneira de tornar o trabalho da sua equipe mais produtivo e eficiente. 1. Estude a necessidade da gestão de vendas para o seu negócio Não é nem preciso dizer que as vendas em um negócio são essenciais, uma vez que é a partir delas que o investidor terá lucratividade. No entanto, as pequenas empresas precisam gerenciar isso de forma estratégica para que consigam potencializar e melhorar seus resultados para não ficar para trás. Por meio de uma eficiente gestão de vendas, é possível encontrar possíveis falhas e erros no setor, compreender as principais necessidades dos clientes, inserir estratégias mais assertivas e cumprir com as metas e objetivos estabelecidos. 2. Entenda quais são as etapas do ciclo de vendas Uma boa forma de realizar uma gestão de vendas é compreender melhor o funcionamento do ciclo das vendas. Vamos abordar aqui como funciona cada etapa! • Lead Lead corresponde à etapa em que a pessoa demonstra interesse em comprar os produtos do seu estabelecimento, tornando-se um cliente em potencial. É nessa fase que começa o relacionamento do consumidor com o seu negócio, podendo ocorrer durante uma visita à loja, ao site ou no contato com os vendedores. • Oportunidade Nessa fase, o cliente percebe que precisa comprar um determinado produto. Por essa razão, ele pode chegar à loja já sabendo o que busca. É essencial que os vendedores escutem os compradores e busquem compreender suas necessidades e expectativas para conseguir achar a melhor solução para suas necessidades. Essa etapa é fundamental, uma vez que é nela que você conquista o cliente. Vale destacar que um negócio precisa aproveitar boas oportunidades para melhorar sua rentabilidade. • Proposta Após saber melhor das necessidades e dos desejos dos consumidores, é hora de o vendedor oferecer o produto. É importante deixar claro todos os benefícios do item e as razões para ele ser a melhor opção para o cliente. Um dos maiores diferenciais de um negócio é a apresentação do produto comercializado. Isso ajuda a elevar as chances de o indivíduo escolher os itens de sua empresa. Logo, é necessário que essa etapa seja bem executada. • Negociação É preciso estar preparado e atento a possíveis objeções relacionadas a forma de pagamento, valor, desconto e caraterísticas do serviço ou produto ofertado. Dessa forma, esse é o principal desafio no momento de concretizar a venda. O colaborador precisa ter sempre uma carta na manga para contornar a situação durante a etapa de negociação. • Fechamento No fechamento, o comprador é conduzido à conclusão da compra, e o valor do serviço ou produto é pago. Nessa etapa é quando ocorre o processo de conversão, isto é, o colaborador conseguiu vender o item ofertado. • Satisfação O pós-venda em uma empresa não pode ser deixado de lado. É preciso que exista uma eficiente comunicação após o cliente realizar a compra em sua organização. Assim, você saberá se o cliente tem algum elogio ou uma reclamação para fazer a respeito do produto adquirido. Quando o atendimento é bem feito, existem grandes chances de o consumidor voltar para a sua loja e realizar outras compras. Além disso, eles acabam elogiando seu negócio para os amigos e familiares. Saiba que esse marketing boca a boca é fundamental para quem deseja se destacar no mercado. 3. Estruture e treine a equipe de vendas Ter uma equipe de vendas bem treinada e capacitada é primordial para que eles estejam preparados para atender às principais demandas do mercado. Essa ação garante que as habilidades e o conhecimento dos profissionais sempre melhorem. Um gerente de vendas sabe que diversas vezes precisa atender clientes de vários segmentos e com diversas necessidades. Para que consiga cumprir com o desejado, é necessário segmentar e treinar a força de vendas. Assim, eles ficarão preparados para lidar com qualquer negociação e processos. Para que a etapa de vendas ocorra bem, é necessário que os processos estejam bem estruturados. Logo, é fundamental estabelecer as metas, definindo a quantidade de clientes que desejam alcançar na semana e que ações serão feitas para gerar mais leads. Quando as etapas de vendas passam por um bom planejamento e são executadas adequadamente, os resultados são obtidos como o desejado. 4. Estude e conheça os produtos Para conseguir traçar boas estratégias de vendas, é preciso que você conheça bem os produtos e serviços. Desse modo, conseguirá realizar uma gestão de vendas mais satisfatória. A compreensão dos produtos permite tomar decisões mais corretas e coerentes com seu negócio. Ao conhecer melhor os seus produtos e seus diferenciais, os consumidores conseguem confiar mais em seu empreendimento. Desse modo, você consegue detalhar melhor as características do produto para o time de vendas. 5. Defina indicadores de desempenho que serão acompanhados Os gestores de venda precisam analisar e escolher os indicadores que mostram se a estratégia está conseguindo bons resultados ou se ela precisa ser melhorada. Nesse contexto, eles podem optar pela análise de vendas concluídas, faturamento, clientes atendidos, número de pedidos feitos, leads, quantidade de visitantes nas redes sociais, entre outros. Com a definição de bons indicadores, é possível saber melhor a respeito do desempenho do seu empreendimento no mercado. Desse modo, é fundamental dar atenção às escolhas que fazem para que as vendas e a retenção de novos consumidores sejam potencializadas. Portanto, a gestão de vendas é imprescindível em um pequeno negócio. Visto que essa ação permite a criação de estratégias eficazes para o seu crescimento. As vendas de uma empresa precisam ser realizadas com atenção e cuidado para que os clientes sempre retornem ao local para

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Como abrir um empreendimento com pouco dinheiro?

São diversos os exemplos de pessoas que mudaram totalmente suas vidas, tornando-se empreendedores de sucesso. Essa também pode ser sua história! E uma das primeiras medidas para alcançar essa posição tão desejada é entender como moldar a própria mente para ser bem-sucedido nos negócios. Afinal, não dá para conduzir uma empresa sem acreditar em si mesmo. Se você está buscando ideias para montar um pequeno negócio de sucesso com possibilidades de expansão, quer saber se é possível abrir uma empresa com pouco dinheiro, está interessado em descobrir qual é o investimento inicial e se é preciso se formalizar, chegou ao lugar certo. Acompanhe os próximos tópicos para solucionar todas essas dúvidas! Faça uma autoanálise e entenda seu propósito Afinal, do que você realmente gosta? É imprescindível buscar um estilo de negócio que combine com suas preferências e seu estilo de vida. Só assim você se sentirá confortável com seu trabalho e muito mais disposto para dar continuidade a suas atividades com empolgação e energia. Tenha em mente desde já, portanto, que começar um negócio exige uma boa dose de responsabilidade. Você está ciente e mesmo assim tem muita vontade de empreender? Então isso provavelmente não será um problema! Considere novas ideias de negócio de sucesso Pode ser interessante buscar novas formas para começar um negócio, além daquelas já tradicionais do mercado. Se você não tem capital suficiente para abrir uma loja física em um shopping ou mesmo na rua, nada de desânimo!  Antes de optar por qualquer modelo de negócio, é preciso ter certeza de que há demanda suficiente para isso. Lembre-se: uma ótima forma de se aproximar do sucesso é saber que as pessoas consomem produtos parecidos com aqueles que você deseja vender. E é claro que, tendo uma visão mais apurada do mercado, você mesmo pode perceber que as pessoas têm necessidades que ainda nem descobriram. Agarre essa chance! É importante ter em mente que nenhuma dessas possibilidades está mais correta ou é melhor que a outra. O que realmente importa é que você consiga ter o padrão de vida que gostaria a partir do faturamento da sua empresa, não é mesmo?  Entenda a importância da formalização Ao se deparar com a falta de parte do capital necessário para a abertura da empresa, você tem a opção de buscar um empréstimo. Nesse sentido, um plano de negócios cuidadosamente estruturado pode ajudar bastante. Para causar um impacto diferente, no entanto, é bom ter experiência prévia e já ter aplicado testes que garantam, na prática, que seu produto ou serviço tem potencial. E o melhor é que, ao contrário do que muita gente pode pensar, o processo de formalização é muito fácil e pode ser feito totalmente online. Se você está começando agora seu negócio e tem um faturamento de até 81 mil reais por ano, é possível começar suas atividades ao se formalizar como MEI! Tenha em mente o que você precisa para começar Não desistir, mesmo quando tudo parecer muito complicado, é um dos grandes segredos para se alcançar o sucesso. Não tenha medo de julgamentos se você acredita que o que está fazendo pode dar certo, mas saiba escutar as sugestões construtivas de quem está à sua volta. Faça tudo a partir de um grande propósito. Mova-se pelo que você ama. Em relação à parte prática, busque atender à demanda do mercado e tenha consciência de que é preciso estar disposto a trabalhar duro e investir dinheiro, energia e tempo. Trabalhe seu diferencial e seu posicionamento. E nada de hesitar em pedir ajuda e conselhos a quem tem mais experiência em negócios! Se você está pensando em abrir um negócio, fale com a Solvção e pode confiar que a gente cuida de tudo por você. É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Para que serve a DRE?

Para conseguir realizar uma gestão de pequenas e médias empresas eficiente, é preciso contar com o auxílio de ferramentas, como a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Seu principal objetivo é detalhar os resultados da organização, assim, é possível ter uma visão real e global dos custos, despesas e lucros de seu negócio. Nesse sentido, o empreendedor que deseja o crescimento financeiro de sua companhia deve usar esse documento. Saiba que o demonstrativo precisa ser realizado anualmente por todas as instituições, exceto o Microempreendedor Individual (MEI), e precisa ser assinado por um contador. Continue a leitura e descubra mais a respeito da DRE! O que é DRE? A DRE consiste em um documento feito por uma organização, em que são registrados os resultados relacionados com as operações financeiras. Nela é preciso constar os lucros e os prejuízos ao longo do período. Logo, a declaração é um relatório com dados a respeito da receita, dos gastos, das despesas e dos investimentos do negócio. Nesse contexto, para facilitar a avaliação das informações contidas, ela é feita em formato de planilha. Além do mais, saiba que ela pode ser feita a cada mês, bimestre, semestre ou ano, dependendo dos seus objetivos com o documento. Apenas a demonstração anual é obrigatória. Qual é a importância da DRE? A DRE é um documento muito importante, já que seu resultado é capaz de interferir em diversas áreas do seu negócio. Se sua organização tem um setor de contabilidade, no começo do ano, é válido reunir todas as informações necessárias para elaborar os documentos contábeis de forma eficiente. Já se não tiver um contador, é indicado contratar os serviços de uma empresa especializada para ajudar na elaboração na DRE. A declaração é essencial, visto que serve como prestação de contas de seu empreendimento com o governo. A partir dela, a Receita Federal pode se certificar de que todos os impostos devidos foram declarados de forma correta. Também é feito um comparativo entre o lucro presente na DRE com o valor declarado no Imposto de Renda de Pessoa Física feito pelo empreendedor. Por essa razão, é necessário ficar de olho nas declarações que são feitas por você e pelo seu negócio. Como fazer a DRE de uma empresa? Uma maneira prática de produzir a DRE é por meio da utilização de planilhas para que, assim, consiga detalhar todas as despesas necessárias. Para deixar o processo mais prático, é válido realizar o fechamento mensal para ter mais tranquilidade no momento de produzir o anual. Saiba que isso reduzirá a quantidade de informações a serem inseridas e avaliadas no momento de finalizar a DRE. Após todos os meses preenchidos de forma correta, é preciso apenas fazer a soma dos resultados de cada campo. Esse resultado pode ser passado para um sistema, para que o gestor ou outros colaboradores tenham acesso. Dessa forma, a empresa consegue ter boas informações para tomar decisões mais certeiras no decorrer do ano e, assim, potencializar o desenvolvimento da instituição. O que entra na DRE? Para que a DRE seja executada de maneira satisfatória e sem falhas, é necessário saber o que deve ser anotado. Confira: • Receita bruta – A receita bruta são todos os valores que entram na companhia. Logo, precisam ser inseridas as receitas alcançadas com o recebimento de juros, venda de serviços ou produtos e o retorno de dividendos ou royalties. • Tributos – É necessário inserir quais os impostos que a organização precisa pagar, por exemplo, o Imposto Sobre Serviços (ISS) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além do mais, é preciso inserir os descontos e devoluções feiras pelos clientes. • Receita líquida – A receita líquida é a subtração entre a receita bruta e os tributos que precisam ser pagos. • Custos dos produtos vendidos – É preciso colocar os gastos para realizar a fabricação do produto, como logística, mão de obra, matéria-prima, entre outros. • Lucro bruto – O lucro bruto consiste no resultado da subtração entre o valor da receita líquida e os gastos com produção. • Despesas – É necessário incluir os gastos relacionados com a comercialização do produto ou serviço, como marketing e publicidade. Além do mais, é preciso levar em consideração o salário dos colaboradores, comissões, despesas com o estabelecimento comercial e outras. • Lucro operacional – O lucro operacional consiste na diferença entre o lucro bruto e as despesas mencionadas. Esse lucro tem como finalidade permitir uma avaliação mais completa do resultado operacional da empresa. • Resultado – Para encontrar o resultado financeiro, é preciso somar todos os juros que foram pagos naquele determinado tempo pela companhia por causa de algum débito. Ainda, é necessário inserir o montante recebido pela empresa por meio de rendimentos com investimentos financeiros. • Lucro sem o Imposto de Renda – É preciso saber o valor do lucro sem o Imposto de Renda, já que ele é o que mais interfere no valor do faturamento final. • Imposto de Renda – É preciso levar em consideração, também, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), sendo que esse imposto é calculado com base no lucro absoluto do empreendimento. Saiba que CSLL é pago por meio da DARF, que é um documento para manter a regularização fiscal da empresa. • Lucro líquido – Após passar por todas as etapas anteriores, é preciso saber o lucro líquido, ou seja, o destinado para o empresário e seus sócios, se existirem. É preciso ter atenção a esse ponto, pois se ele for negativo, mostra que a empresa ficou no prejuízo. Caso tenha sido positivo, deixa claro que a empresa lucrou com seus produtos e serviços. Se apresentou um valor zero, o negócio se encontra em equilíbrio. Portanto, é perceptível que a DRE é uma demonstração muito importante para as empresas, já que nela é preciso inserir informações financeiras. Um negócio que deseja crescer e se destacar no mercado precisa estar atento a esse documento, pois é possível realizar ações mais certeiras para o seu crescimento, além de ficar em dia

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7 dicas para não errar na escolha dos fornecedores da sua empresa

Acertar na escolha dos fornecedores é fundamental para potencializar os resultados do negócio. Isso é um desafio e para as empresas, principalmente quando a compra é direta. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o comprador precisa considerar alguns critérios no momento da negociação para ser assertivo na escolha dos fornecedores. O preço, apesar de ser um fator muito relevante na gestão de compras, é apenas um dos requisitos a serem considerados na hora de selecionar fornecedores. As empresas que querem manter uma boa reputação e elevar sua vantagem competitiva devem se atentar ao comprometimento dos fornecedores com questões ambientais, sociais e de governança (ESG), pois estão cobrando iniciativas e ações ligadas a esses aspectos. Confira dicas para não errar na escolha dos seus fornecedores e potencializar seus resultados. 7 dicas para não errar na escolha de fornecedores 1. Objetivos alinhados Escolher fornecedores com objetivos alinhados aos da sua empresa é o primeiro passo para conquistas relações confiáveis e duradouras. Nesse sentido, a colaboração entre comprador e fornecedor é benéfica para o fortalecimento de ambos. Por exemplo, se a sua empresa tem como valor a sustentabilidade, pode ter a reputação afetada caso compre de um fornecedor cujo negócio não contribui para diminuir o efeito estufa. 2. Qualidade dos produtos ou serviços De nada adianta negociar um bom preço com o fornecedor se a qualidade do produto ou serviço está comprometida. É difícil ter 100% de garantia que um produto ou serviço é de excelente qualidade, por isso é importante realizar testes e avaliações com calma, para não trazer prejuízos significativos à empresa, comprometer lucros e até parar a sua linha de produção e a própria continuidade do negócio. 3. Reputação do fornecedor Um dos erros mais cometidos na hora de selecionar um fornecedor é não pesquisar sobre ele com profundidade e isso pode colocar em risco a reputação da sua empresa. Pesquise se a empresa cumpre obrigações legais, fiscais e as regulamentações técnicas, entre outras avaliações importantes. Antes de firmar uma parceria, ouça as empresas que já foram atendidas pelo fornecedor. O tempo de atuação no mercado também deve ser considerado. 4. Negocie para obter savings Pesquise os preços praticados no mercado, faça comparações e mostre ao fornecedor o quanto sua empresa está disposta a buscar as melhores negociações. Antes de tomar qualquer decisão, revise seu orçamento, defina metas e identifique oportunidades de redução de custo das aquisições. 5. Especifique o que você precisa É comum um pedido de cotação chegar a um fornecedor sem conter a descrição completa e detalhada da necessidade do cliente. Para tornar uma negociação com fornecedor ágil e fácil, descreva os detalhes do produto que deseja adquirir, quais são os prazos que precisa e formas de pagamento praticadas. Com informações precisas e definidas, é possível saber se o fornecedor tem capacidade para atender às suas necessidades. 6. Conte com mais de um fornecedor Imprevistos, falhas, enganos e erros podem acontecer em qualquer negócio. Por isso, tenha um plano B para o fornecimento de produtos e serviços que a sua empresa necessita. Além disso, contar com mais fornecedores pode ajudar sua empresa em um aumento repentino de demanda, sem deixar clientes esperando por muito tempo. 7. Valorize a comunicação entre as empresas Para alcançar melhores resultados, comprador e fornecedor precisam estar dispostos a se comunicar de forma clara, objetiva e simples. Sendo assim, centralizar as informações em um só lugar pode facilitar a rotina de quem compra e quem vende. Quando o assunto for contabilidade, conte com a equipe da Solvção! É só clicar no botão de contato e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Mercado Eletrônico

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Entenda a importância da estratégia empresarial

A pandemia da Covid-19 trouxe inúmeros desafios para a sociedade como um todo. Em diversos momentos pairava a incerteza, o medo e a insegurança, não só pessoal como também no mundo dos negócios. Foi necessário as pessoas se reinventarem, estabelecerem novos posicionamentos, formas de trabalho, tomada de decisões mais rápidas e assertivas diante do cenário pandêmico, sobretudo, agir com estratégia e coragem no ambiente corporativo. Estudo realizado pela empresa PageGroup, em parceria com a Fundação Dom Cabral, entre setembro e outubro de 2020, calculou que 75,8% dos líderes acreditavam que as tomadas de decisões ficaram mais rápidas durante o cenário de crise. O estudo ouviu mais de 230 membros da alta liderança de empresas brasileiras. No entanto, fazer essas escolhas muitas vezes não é algo fácil, porque toda ação impacta de forma direta ou indireta em um número significativo de pessoas, assim como tomar decisões precipitadas não é a saída. Criando estratégias A criação de estratégias é tão importante quanto agilizar a tomada de decisões. Além disso, quando o empresário desenvolve estratégias para o negócio, a clareza e preparação devem “andar” juntas, pois se não controlarmos as emoções, as ações poderão ser motivadas por impulso ou dominadas pelo medo. Decisões focadas em coragem e objetividade nos círculos de negócios requerem um planejamento estratégico. Portanto, uma alternativa é a criação de um framework, conjunto de técnicas, conceitos ou ferramentas pré-definidos utilizados para solucionar um problema de um domínio ou projeto específico. Tópicos fundamentais de um framework • Buscas por autoconhecimento; • Potenciais e consequências das escolhas; • Aspectos positivos e negativos das decisões; • Fixar seus valores. Por fim, é importante que o empresário consiga identificar se está confortável com suas decisões e se elas retratam bem o perfil, não só da empresa, mas também de si mesmo. Gostou dessa matéria? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de tudo o acontece no mundo corporativo e na área da contabilidade. E, caso necessite de assessoria contábil, a Solvção está à sua disposição, é só clicar no botão abaixo e falar com um de nossos especialistas.

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Erros na gestão de notas fiscais de entrada podem gerar multas superiores a R$ 1 mil por documento.

Gestão de notas fiscais ainda é desafio para as empresas. Trabalho, muitas vezes, feito manualmente ou com softwares inadequados, causando penalidades. Facilitar a rotina fiscal e ter erros humanos minimizados neste campo é o sonho de toda empresa brasileira, afinal, a legislação do país é extremamente complexa e, por consequência, passível de retrabalho, perda de tempo e de dinheiro.  Neste aspecto, um dos principais desafios das empresas tem sido a recepção e gestão completa de documentos fiscais de entradas, das compras, de mercadorias, de serviços e outras. Geralmente, se não houver um padrão de organização bem delineado destes documentos, que servem para certificar uma transação comercial, constando os detalhes sobre o produto ou o serviço adquirido, bem como seus respectivos impostos, não há como fazer uma boa gestão, afetando muitas áreas de uma organização, desde compras, controladoria, fiscal, contábil e, principalmente, o contas a pagar.  Outro problema bem narrado pelas empresas é o preenchimento incorreto de documentos fiscais pelos seus fornecedores. Adiante, vem ainda a conferência de autenticidade dos documentos, que para notas de mercadorias pode ser feita em um portal, mas para as de serviços, são “apenas” 5.570 portais, de cada município.  Mas não acaba aí, há ainda a conferência de regularidade do fornecedor no site da Receita Federal, da opção do Simples Nacional em outro portal e do CPOM (cadastro de prestadores de outros municípios) em cada prefeitura. Ou seja: um processo longo, manual e cheio de detalhes.  Por fim, tem a questão da guarda e do prazo para conservação desses documentos, exigido por lei, que é de cinco anos. Isso quer dizer que se um fiscal for a um estabelecimento e requerer uma ou mais notas, e se o empresário não apresentar, é multa na certa, que pode, inclusive, ultrapassar R$ 1 mil, por documento, além da glosa de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL, de 34%, mais 9,25% de créditos irregulares de PIS e COFINS. É muito dinheiro e não vale a pena correr o risco. Gestão de notas fiscais Além do obstáculo “armazenamento”, há o desafio de monitorar as notas fiscais após o recebimento, onde o usuário necessita fazer uma consulta sempre que quiser saber o status do documento, pois estes podem ser cancelados ou anulados pelo fornecedor sem a autorização do destinatário.  Em situações como essa, a empresa pode estar se apropriando de créditos indevidos e registrando notas fiscais inválidas em seu Enterprise Resource Planning (ERP). Portanto, para evitar dor de cabeça, o ideal é automatizar a gestão de notas fiscais de entradas (compras).  “Quando a empresa opta por fazer este trabalho de forma manual, haverá um gasto de tempo exorbitante e custos para o setor fiscal, contábil e em toda a empresa, porque há pessoas de diversas áreas recebendo e registrando documentos fiscais de compras. As empresas mais preocupadas com Compliance, escalabilidade e transformação digital, estão automatizando o processo de ponta a ponta”, garante Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK.. Para se ter uma ideia, por lá, foram extraídas as informações de mais de 1 milhão de notas fiscais de mercadorias e de serviços, utilizando Inteligência Artificial, com a aplicação de OCR (Optical Character Recognition – Reconhecimento Óptico de Caracteres, em português) e de NLP (Natural Language Processing – Processamento de Linguagem Natural, em português), tecnologias voltadas para reconhecer caracteres em documentos eletrônicos, compatível com diversos formatos de imagem e texto, tais como JPEG, PNG, PDF, assim como, definir o tipo de dado e reconhecê-lo por contexto, com altíssima acuracidade. O segredo de tanto sucesso é um só: automatizar o processo por completo, e não apenas parte dele. Isso envolve desde a baixa dos documentos fiscais, sua classificação, extração, enriquecimento com consultas externas diversas, vinculação automática a pedido de compras, cadastro do fornecedor no ERP (software de gestão) automático, críticas fiscais, classificação contábil, pagamento diretamente no banco e consolidação dos dados no ERP.  Um longo processo, atualmente operado por muita gente nas empresas, que leva tempo, está sujeito a diversos erros e não é escalável. Com o avanço da inteligência artificial e da robotização essa realidade vem mudando muito. Ficou com alguma dúvida? Nós da Solvção podemos te orientar, clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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