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Contabilidade digital

Alteração de tabela do IRRF e Mudança de Cálculo

A partir de 01 de maio de 2023 começa a valer a nova tabela de IRRF, incluindo a opção para cálculo simplificado de IRRF, de acordo com a Medida Provisória nº 1.171, de 30 de abril de 2023, que altera os valores da tabela mensal do IRRF. Foi feita a alteração dos valores da base de cálculo e criado o “desconto simplificado mensal, correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor máximo da faixa com alíquota zero da tabela progressiva mensal”. Segundo a nova tabela do IR, fica isento quem recebe até R$ 2.112,00 por mês. A segunda faixa, sobre a qual incide a alíquota de 7,5%, também foi alterada, passando para intervalo de R$ 2.112,01 até R$ 2.826,65. Nova Tabela – Vigência 05/2023   Exemplo de Cálculo: Vencimentos (Salário + Horas Extras + DSR + Adicional Noturno) – INSS – Valor de dedução por dependente (189,59) = Base IRRF. Base IRRF multiplicado pela % Alíquota IRRF – Dedução = Valor a descontar de IRRF. O “Desconto Simplificado” consiste na dedução de um valor fixo de R$528,00, correspondente a 25% da faixa de isenção (R$2.112 x 25% = R$528,00). Exemplo de Cálculo: Salário – R$528,00 = Base IRRF Base IRRF multiplicado pela % Alíquota – Dedução = Valor de IRRF. O desconto simplificado mensal de R$ 528,00 será feito direto na fonte, ou seja, no imposto retido do empregado. Isso será feito, segundo a MP, “caso seja mais benéfico ao contribuinte, dispensadas a comprovação da despesa e a indicação de sua espécie”. Pelos cálculos da Receita Federal, cerca de 40% dos contribuintes – ou 13,7 milhões de pessoas – deixarão de pagar IR já a partir deste mês. Até maio, os sistemas da Receita serão atualizados para permitir a concessão automática do desconto de R$ 528,00. Fonte: Tax pratico

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Como ter descontos comprando com CNPJ?

Comprar com CNPJ é uma excelente maneira de reduzir os custos quando você adquire bens, matérias-primas e insumos para a empresa. Esses descontos são possíveis porque, comprando como Pessoa Jurídica, as cargas tributárias são menores que as direcionadas para Pessoas Físicas, fazendo o preço final ser mais baixo. Além disso, com o número do CNPJ a compra diretamente com fornecedores se torna possível, o que elimina lucros acumulados, que são comuns quando há revenda por intermediários. Mas, antes de tudo, o primeiro passo é Abrir um CNPJ e mantê-lo ativo e regular. Por fim, é importante saber os produtos que podem ser comprados dessa forma e se realmente vale a pena comprar assim. Então leia esse artigo e encontre suas respostas. A forma de comprar com CNPJ pode variar, mas geralmente segue a seguinte ordem: 1 – Abra sua empresa Ao abrir um CNPJ você regulariza seu negócio, garantindo o registro em órgãos importantes, como a Receita Federal. Para que o processo seja realizado da forma correta, você deve ter o suporte de um contador, o que evitará escolhas erradas que podem comprometer o futuro do seu negócio. 2 – Pesquise onde estão os produtos e equipamentos para o seu negócio. Ao pesquisar lojas e fornecedores que trabalham com o que você precisa, você terá uma visão de preços, qualidade e outros fatores que irão influenciar na sua tomada de decisão de compras. 3 – Confirmar se realizam vendas para Pessoa Jurídica. Para evitar surpresas na hora do pagamento, é importante realizar essa confirmação de vendas para PJ, apesar de serem raros os fornecedores que não fazem esse comércio B2B. 4 – Veja quanto desconto irá conseguir Além de verificar se o desconto existe e qual o percentual, tente explorar outras facilidades, como a forma de pagamento e parcelamentos. Como os descontos funcionam? O desconto funcionará de acordo com as regras das empresas vendedoras, ou seja, não existe nenhuma regra predeterminada. Mas entenda alguns motivos das compras serem mais baratas para PJ: 1 – No atacado Aqui, as aquisições são feitas em maiores quantidades, assim, o vendedor pode dar descontos com base no volume de compra. 2 – No varejo Apesar de não trabalhar com grandes quantidades, os descontos vão variar de acordo com cada empresa, mas a grande maioria tem descontos para PJ. 3 – Diretamente do Fornecedor Aqui, sem intermediários na relação de compra, é possível conseguir maiores descontos. O valor sem juros acumulados é popularmente chamado de “preço de fábrica”. A lista do que comprar com CNPJ é extensa, desde bens que podem ser adquiridos em grande quantidade até veículos com componham a frota de carros da empresa. Lembre-se do que explicamos no início desse artigo: O primeiro passo é abrir um CNPJ e, para isso, você pode contar com a Solvção!!

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5 habilidades que você precisa ter como empreendedor

O início de cada ano é marcado pela necessidade de renovação. Dessa forma, vale rever as habilidades empresariais e competências que você tem ou pretende desenvolver. Esse exercício se trata de uma reflexão sobre suas habilidades e capacidades como gestor, abrindo um novo horizonte para novas competências que favoreçam seu ambiente de trabalho e seu negócio como um todo. Aqui vamos destacar algumas habilidades requisitadas nesse meio. Vem com a gente! 1 – Ter uma visão estratégica e inovadora Esse artigo não se trata de suposições de coach de Recursos Humanos. De fato, qualquer profissional, seja empreendedor, administrador ou simplesmente estando inserido em um projeto, deve-se ter uma visão estratégica do negócio. Simplificando, para a empresa ter ações de maior produtividade, resultados e satisfação entre os envolvidos, é necessário verificar seus pontos fortes e fracos, suas oportunidades e desafios e proporcionar o processo de inovação. Utilizar recursos estratégicos são escolhas que fazem parte dessa visão. Métodos mais ágeis de gestão, automação de processos e, inclusive contar com uma Contabilidade Digital Consultiva estão inclusos nesse exemplo. 2 – Networking Ter uma ampla rede de contatos é essencial a todo gestor, pois é necessário poder contar com parceiros, fornecedores, amigos, investidores e colaboradores na rotina do seu negócio. As novas tecnologias permitem um maior alcance de contatos e da comunicação facilitada. Abuse dos recursos digitais para aumentar sua rede de relacionamento, mas não deixe de lado a parte humana e a pessoalidade das suas relações. 3 – Se comunique com eficiência É uma habilidade de excelência, que necessita de recursos que façam com que suas ideias e informações sejam compreendidas da mesma forma por diferentes públicos. Além de saber passar a informação, é preciso dominar os recursos e diferentes linguagens – este tem sido cada vez mais exigido pelo mercado, principalmente para cargos de gestão. Outros pontos importantes são sobre saber ouvir além do que foi dito, dar feedbacks e refletir sobre as informações que chegam até você, sem supor ou promover uma resposta erroneamente de forma imediata. 4 – Saber vender Mesmo não atuando diretamente na área de vendas, todo gestor precisa entender sobre esse processo, afinal as vendas permitem a sustentabilidade do negócio. Além de técnicas e estratégias para orientar sua equipe, as metas e objetivos do seu negócio precisam ser traçadas. 5 – Gerar diferenciais Com um mercado cada vez mais competitivo é importante criar diferenciais competitivos dentro do seu negócio antes mesmo de buscar esses recursos externamente. Esse processo exige uma mudança na cultura organizacional e empenho nessas novas práticas de gestão. Com ações organizadas pela gestão, os resultados podem ser incríveis e mais proveitosos dentro de um novo mercado mais competitivo. Fonte: OSP

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Sonegação Fiscal é Crime?

O que é e como evitar a sonegação fiscal? Quais são suas características? Vamos entender sobre esse tema na matéria a seguir. A Sonegação Fiscal é um grande problema no Brasil, que pode ter dois grandes motivos. O primeiro, pela longa legislação que trata do tema de forma pouco clara, o que dificulta o entendimento do contribuinte no momento de declarar seus impostos. O segundo são pessoas que agem de má-fé, não declarando rendimentos ilícitos no Imposto de renda. As situações citadas são uma ameaça ao empreendedorismo e crescimento do país. Mas o que é Sonegação Fiscal? Ela consiste em ocultar e omitir os rendimentos no imposto de renda, com o objetivo de pagar menos impostos. O ato pode ocorrer omitindo informações, não emitindo notas fiscais ou emitindo notas fiscais com valores que não condizem com a realidade. Tipos de Sonegação Fiscal Acontece quando alguém empresta seu nome e conta bancária para negociação fraudulenta e emissão de notas fiscais, visando ocultar a identidade de um terceiro que não quer deixar rastros. Isso ocorre em casos de lavagem de dinheiro ou desvio de verba pública. São documentos fiscais adulterados, seja no preço ou na descrição da mercadoria. Quando as notas fiscais são emitidas com valores reduzidos. Com o valor menor, reduz também o pagamento de impostos. Essa prática pode ser punida com multas e na esfera judicial. Quando o contribuinte não declara corretamente o aumento do seu patrimônio no Imposto de Renda. Qual a diferença entre Elisão Fiscal e Sonegação Fiscal? A Elisão Fiscal é um ato lícito que torna possível o pagamento de menos impostos e funciona de forma preventiva, no gerenciamento de lucros da empresa, sem ocorrência de Sonegação Fiscal. O chamado Planejamento Tributário visa colocar as empresas no regime tributário mais compensatório, utilizando brechas e permissões na Legislação. Havendo a possibilidade de pagar menos impostos, a lucratividade da empresa aumenta. A grande diferença entre evasão fiscal e o crime de sonegação fiscal são os procedimentos que podem ser realizados de forma legal. Então Sonegação Fiscal é crime? A prática de Sonegação Fiscal é crime de acordo com o Art. 1º da Lei 4.729, onde está listado tudo o que define o crime, como os ponto citados anteriormente. O artigo também define a penalidade para quem comete o ato criminoso, como a detenção que vai de seis meses até dois anos ou o pagamento de multa equivalente a duas a cinco vezes o valor do tributo. Em casos que o crime envolve pessoas jurídicas, os responsáveis ligados ao negócio têm a mesma responsabilidade perante a lei. E como evitar a Sonegação? O primeiro passo para garantir a regularização da sua empresa é a contratação de um bom contador. Na Solvção o processo de Planejamento Tributário pode ser feito dentro da Lei e a sua empresa pode lucrar mais e pagar menos impostos de forma legal. Outro fato importante é emitir as notas de acordo com a realidade. Evitar a Sonegação Fiscal também garante a credibilidade do seu negócio. Fonte: Omie

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Sua empresa está adequada a LGPD?

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor setembro de 2020 e se sua empresa ainda não buscou adequação, pode sofrer sanções tanto administrativas, quanto judiciais que podem ser vistas no Portal da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). Hoje, no Brasil, estão em andamento mais de 350 processos administrativos sancionatórios na (ANPD) e nenhum deles ainda foi concluído, o que dá a impressão de que ninguém está sendo punido por não cumprir a LGPD. Mas o Portal mostra que as condenações variam de R$ 100 até R$ 2.500.000! “Minha empresa é pequena, não passo por fiscalização.” Será? Engana-se o empresário que, por ser pequeno, acha que não sofre fiscalização! No portal da ANPD há um canal de denúncias (que podem ser feitas anonimamente) e é verificado que são quatro os principais denunciantes: – O funcionário infeliz; – Seu concorrente; – O vizinho da sua empresa; – Um cliente insatisfeito. Então entenda que, independentemente do tamanho da sua empresa, você pode passar sim por uma fiscalização! Olha o Golpe! Os golpes que se acumulam aos montes na internet, com sites e aplicativos que prometem adequação relâmpago por um preço mínimo. O golpe tá aí! Entenda que um processo de adequação à LGPD pode demorar de seis meses a dois anos e não num passe de mágica! Assim, propagandas que prometem adequação em três dias são perigosas e podem enganar quem não conhece o processo. A adequação à LGPD passa por 6 passos: Agora que entender a complexidade de um processo de adequação à LGPD, você acha mesmo que um aplicativo vai fazer todo esse trabalho? Existe um perigo maior ainda! Uma vez que esse aplicativo teve acesso a todo seu banco de dados pessoais, como você estará seguro de que ele não vai compartilhar esses dados? É importante ressaltar que todos os dados, incluindo aqueles que estão em fichas e papéis, são protegidos pela LGPD. Entre sempre em contato com seu contador. Ele lhe indicará a melhor forma de se adequar e seguir as normas de forma segura! Fonte: Contábeis

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Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce

O comércio digital foi um dos ramos que mais cresceu e se você realiza a venda de produtos, é necessário estar atento às autoridades fiscais, evitando multas e penalidades – até mesmo processos criminais, se as coisas ficarem realmente sérias.  1. Entenda sobre a legislação É importante ter entendimento sobre a legislação tributária brasileira, afinal já é sabido a alta complexidade desse sistema. Desse modo, estar informado e atualizado sobre as leis fiscais é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. 2. Mantenha registros detalhados de todas as suas vendas Se você realiza a venda de produtos em plataformas digitais, você deve manter registros detalhados de todas as suas vendas. Isto porque pode ocorrer uma inspeção de sua empresa a qualquer momento para comparar suas vendas com seus registros contábeis. Se suas vendas digitais forem superiores aos seus registros, você provavelmente será acusado de evasão fiscal. É por isso que você precisa manter seus registros por pelo menos cinco anos. 3. Fique atento aos documentos eletrônicos A NF-e – que é a nota fiscal eletrônica – é necessária para a parte fiscal da empresa. É fundamental manter todos os documentos organizados e com fácil acesso, caso sejam necessários em um determinado período. 4. Faça um planejamento tributário o planejamento tributário é fundamental para o e-commerce, pois mantém as obrigações cumpridas, como o pagamento de impostos. 5. Tenha um auxílio especializado Para garantir a plena segurança nos processos fiscais do seu e-commerce é fundamental ter um auxílio especializado. Por isso, conte com a Solvção! Trabalhamos sempre com toda atenção e carinho que você precisa e merece!! Fonte: Portal Contábeis

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Receita anuncia renegociação de dívidas

A partir de setembro, empresas poderão renegociar dívidas com o Fisco. A Receita Federal do Brasil anunciou na última sexta-feira (12), a possibilidade dos contribuintes que tenham dívidas com o órgão renegociarem seus débitos com até 70% de desconto, a partir do dia 1º de setembro. A medida aumentará os benefícios para quem quer parcelar até R$1,4 trilhão em dívidas tributárias que ainda não estão sob contestação judicial. A extensão da transação tributária à Receita Federal foi autorizada pela Lei 14.375/2022, sancionada em junho. Com a portaria que regulamentou a lei, a Receita poderá lançar editais especiais de renegociação de dívidas e sugerir acordos com grandes devedores. Regras para a renegociação de dívidas Para o público geral, o desconto máximo para a renegociação de dívidas aumentou de 50% para 65%, sendo que para empresas (de todos os tamanhos), microempreendedores individuais (MEI) , micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o desconto poderá ser de até 70%. O prazo de parcelamento também foi ampliado. Para o público geral, passou de 84 meses (7 anos) para 120 meses (10 anos). Para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o prazo poderá estender-se por até 145 meses (12 anos e 1 mês). Apenas o parcelamento das contribuições sociais foi mantido em 60 meses porque o prazo é determinado pela Constituição. Por enquanto, somente contribuintes que devam mais de R$10 milhões ao Fisco poderão apresentar a proposta individual a partir de setembro. Nas próximas semanas, a Receita deverá publicar um edital para a transação tributária de dívidas de pequeno valor. A Receita definirá o tamanho dos benefícios conforme a capacidade de pagamento do contribuinte. Quem tiver mais dificuldades de pagamento terá descontos maiores e prazos mais longos. Abatimentos e amortizações As empresas poderão usar os prejuízos fiscais do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para abater em até 70% o saldo remanescente da dívida após os descontos. Normalmente, as empresas que têm prejuízo podem abater parte do IRPJ e da CSLL no pagamento dos dois tributos nos anos em que registram lucros. A portaria permite ainda que precatórios a receber (dívidas do governo com contribuintes reconhecidas definitivamente pela Justiça) ou direito creditório, determinados por sentenças transitadas em julgado (a qual não cabem mais recursos judiciais), podem amortizar a dívida tributária, tanto a parcela principal, como a multa e os juros. Público-alvo A transação individual destina-se aos seguintes contribuintes: – Pagador de imposto com contencioso administrativo fiscal de mais de R$ 10 milhões; – Devedores falidos, em recuperação judicial ou extrajudicial, em liquidação judicial ou extrajudicial ou em intervenção extrajudicial; – Autarquias, fundações e empresas públicas federais; – Estados, Distrito Federal e municípios e respectivas entidades de direito público da administração indireta. Benefícios Descontos máximos – Passaram de 50% para 65% para público em geral; – Até 70% para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia. Prazos – Número de parcelas sobe de 84 para 120 meses para público em geral; – Até 145 parcelas para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia. Abatimentos – Prejuízo fiscal do IRPJ e da base de cálculo negativa da CSLL poderão ser usados para abater em até 70% o saldo remanescente após os descontos; – Precatórios e demais dívidas do governo com o contribuinte transitadas em julgado poderão amortizar o valor principal, a multa e os juros da dívida tributária. Fonte: Contábeis

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Golpe do MEI – O que é e como evitar

Ao passo que mais pessoas formalizam os pequenos e micro negócios, os golpistas se aproveitam para fraudar documentos e desviar o dinheiro desses empreendedores.    Com isso, o Microempreendedor Individual (MEI) passa a se preocupar com a sua segurança no trabalho. Bem como, nos modos de evitar cair nas garras de golpistas. Como se dá o Golpe do MEI? O Golpe do MEI se dá, em resumo, pelo envio de uma correspondência falsa. Nela, consta o remetente “Simples Nacional” e a única forma de pagamento é o PIX. Visto que o remetente parece ser de um Órgão Federal, logo o MEI irá pagar a quantia, para não ter problemas com a Receita. Ao pagar o valor com o PIX, o MEI vê a empresa SIMPLES PAGAMENTO ONLINE LTDA, que é uma instituição privada. É nessa hora que as pessoas caem, porque o nome da empresa as confunde com o regime tributário Simples Nacional. Vamos entender e ficar alertas a 3 pontos: 1- Recebimento de e-mails falsos Uma guia para pagamento chega por e-mails falsos. Sabendo que a Receita Federal NÃO FAZ ESSE TIPO DE ENVIO PARA OS CONTRIBUINTES, não abra esse tipo de mensagem. Se você abrir, não clique em nenhum link, pois também pode ser vírus que vai “contaminar” o seu celular ou o seu computador, roubando seus dados. Para saber se o e-mail é falso, passe o cursor do mouse sobre o endereço do remetente. Logo, você verá que não se trata de um canal de comunicação da Receita Federal. Costumam enviar no e-mail falso: – Anexos para pagamento; – Pedido de preenchimento de dados; – Pedido de retificação da DASN (Declaração Anual do Simples Nacional). Atenção! A Receita Federal NUNCA envia esse tipo de solicitação através de mensagens eletrônicas. 2 – Envio de Guia falsa Neste e-mail, é comum vir uma guia parecida com o documento original. Aliás, tem até uma descrição da Secretaria da Receita Federal. Cuidado! A guia falsa só te dá a opção de fazer o pagamento através de PIX, o que não ocorre em uma guia original.  Sendo assim, ao emitir qualquer guia ou para tirar quaisquer dúvidas sobre as suas dívidas como MEI, entre em contato com sua Contabilidade. 3 – Golpe na Guia de Pagamento Outro ponto para se ficar esperto é o DAS (Documento de Arrecadação do Simples). Ele é o único documento obrigatório que o MEI paga mensalmente. No DAS, o MEI recolhe o Imposto de Renda, é tributado com o ICMS para indústria e comércio, o ISS para serviços e o INSS, que incide de acordo com o salário mínimo. Ele é pago todo dia 20 e pode ser emitido pelo site do Governo Federal ou pelo aplicativo MEI Fácil. Fique de olho no prazo! Lembrando que o primeiro pagamento ocorre sempre no mês seguinte, se os valores são registrados, por exemplo, em agosto, você só terá que pagar em setembro. Portanto, você deve desconsiderar qualquer cobrança fora deste prazo. Não pague nenhuma outra guia do MEI. Se proteja! Embora você tenha visto aqui alguns pontos de alerta, não se esqueça de que a cada dia mais formas de engano e fraude surgem. Por isso, sempre tome cuidado! E diante de muitos deveres e obrigações fiscais, o Microempreendedor Individual talvez fique bem perdido para dar conta de tudo. Mas, você não precisa se cansar, nem desistir! Conte com a Solvção Contabilidade!! Fonte: É SIMPLES AUDITORIA

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MEIs poderão emitir nota fiscal pelo Portal do Simples Nacional

O acesso à emissão da nota fiscal será feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A partir de 1º de janeiro de 2023, os Microempreendedores Individuais (MEIs) precisarão emitir a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e). O processo poderá ser feito pelo Portal do Simples Nacional, via computador ou app do celular. A medida foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 169, de 27 de julho de 2022. O texto prevê que o microempreendedor deverá emitir a NFS-e nos casos em que houver a obrigatoriedade de emissão, como na prestação de serviços para pessoas jurídicas, e nos casos em que a nota é facultativa, como em serviços executados para pessoas físicas.  De acordo com a resolução, quando o MEI emitir a NFS-e ficará dispensado da Declaração Eletrônica de Serviços, bem como do documento fiscal municipal relativo ao Imposto Sobre Serviços (ISS) referente a uma mesma operação ou prestação. NFS-e para MEI A NFS-e para o MEI faz parte de projeto de documento fiscal eletrônico de serviços, realizado em parceria com os entes municipais e o Sebrae.  O documento terá validade em todo o país e será suficiente para fundamentação e constituição do crédito tributário, além de dispensar certificação digital para autenticação e assinatura do documento emitido. FONTE: por DANIELLE NADER – Jornalista e Coordenadora de Conteúdo do Portal Contábeis Se você é MEI e ficou com dúvidas sobre a emissão de notas fiscais, clique no botão abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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Marketing para pequenas empresas: estratégias e dicas para seu negócio crescer

Não são apenas as grandes organizações que devem se preocupar com campanhas de divulgação da sua marca e produtos. Também é muito importante planejar o marketing para pequenas empresas, afinal, elas precisam encantar o seu público para se manterem fortes no mercado. Ainda que o público seja menor, é fundamental oferecer uma boa experiência para essas pessoas para que elas voltem a fazer compras e sejam fidelizadas. Além disso, as pequenas empresas também têm concorrentes. Então, se não criarem boas campanhas de marketing, podem acabar ficando para trás. Como fazer marketing para pequenas empresas? O marketing para pequenas empresas também precisa de planejamento. Independentemente do porte do negócio, ele tem uma solução específica, um público também específico, concorrentes e tudo mais que as grandes empresas têm. A diferença é que muitas ações costumam ter um foco regional para atender o público que está por perto. Além disso, estratégias e ferramentas devem ser adequadas às demandas e características do negócio. Empresas pequenas não podem deixar o marketing de lado, mas as ações e campanhas devem ser condizentes com a realidade do público e as necessidades do negócio. Desenvolva a identidade visual e a marca do negócio O que faz com que uma empresa seja real para o público é a identidade criada em torno dela. Essa identidade é composta pelo seu logotipo, as cores utilizadas, as fontes dos textos e toda essa parte gráfica e visual que torna essa empresa real, de modo que seja reconhecida pelas pessoas. A identidade contribui para gerar a identificação do público com a marca. É por isso que, para criar boas campanhas de marketing para pequenas empresas, é necessário desenvolver antes essa marca e essa identidade. Isso é feito com base no seu segmento de mercado, nas soluções disponibilizadas e no público atendido. Mescle ações virtuais e físicas Não é novidade que empresas de todos os segmentos estão migrando para o meio digital. Isso acontece mesmo com aquelas que pretendem continuar suas atividades em estabelecimentos físicos, uma vez que estar no meio digital é indispensável para alcançar o público. Veja a importância de conhecer bem essas pessoas e os hábitos delas para saber, por exemplo, se faz mais sentido investir em um outdoor, panfletagem, anunciar no rádio ou canal de TV local, ou então investir em mídias pagas online. Ter esse conhecimento ajuda a investir naquilo que tem maiores chances de trazer retorno. Tenha um site e um blog bem estruturados Essa é uma das regras principais para quem pretende começar a explorar o meio digital. O marketing para pequenas empresas na internet começa com a criação de um site e de um blog bem estruturados, pois esses são o endereço do negócio no mundo virtual. No entanto, perceba que explicamos que o site e o blog precisam ter uma boa estrutura. A internet é um mundo dinâmico, e as pessoas não gostam de perder tempo nesse espaço. Sendo assim, não é “qualquer coisa” que vai funcionar. É importante que o site seja organizado e completo, que tenha um bom layout e design para que os visitantes naveguem com facilidade. Esteja nas redes sociais Criar um perfil nas redes sociais é indispensável para as estratégias de marketing para pequenas empresas. Isso faz com que o negócio se torne mais acessível para o público e ainda contribui para que a marca faça parte do dia a dia dessas pessoas. Afinal, elas estão sempre conectadas e de olho no que está acontecendo. As redes sociais são o canal para você interagir com o público, levar informação, proporcionar entretenimento e divulgar produtos e serviços. Note que não se trata apenas de vendas. É muito importante que os perfis tragam humanização nessa interação com o público, evitando restringir as postagens apenas para incentivar compras porque isso pode levar à rejeição. Crie valor para o negócio É importante pensar naquilo que faz com que os clientes da sua empresa deem preferência para ela em vez de ir para a concorrência. Existe algo que de fato atraia essas pessoas para o seu negócio? O objetivo aqui é encantar o cliente mesmo que seja em detalhes, oferecer algo que vá além das soluções que a sua empresa entrega. Tenha esse diferencial que só pode ser encontrado no seu negócio, para que a experiência do público seja positiva e marcante. Ofereça um bom atendimento Quando o cliente é bem atendido, a tendência é ele voltar. Ou seja, oferecer um bom atendimento é uma estratégia que contribui para a fidelização do público. Ao mesmo tempo, ajuda a formar defensores e promotores da marca. Essas são as pessoas que vão fazer a indicação do seu negócio para outros, possibilitando atrair e ganhar novos clientes sem ter que, necessariamente, elaborar campanhas focadas nesse objetivo. Cada contato precisa de atenção, independentemente do teor da mensagem encaminhada. Dúvidas devem ser respondidas, problemas sanados e reclamações registradas para fazer melhorias. Atender bem demonstra preparo e profissionalismo, o que gera credibilidade e confiança. Como aplicar essas estratégias e dicas da melhor forma? 1. Conhecer os clientes Você tem que saber quem são essas pessoas, por exemplo, homens ou mulheres, jovens, de classe média ou alta, e assim por diante. É fundamental ir a fundo para conhecer também os hábitos, comportamentos, preferências e objeções. Todas essas informações são indispensáveis para que você saiba aquilo que pode funcionar para essas pessoas. 2. Estudar seus concorrentes Analise em detalhes seus concorrentes para que possa entender aquilo que elas não entregam e, dessa forma, gerar diferenciais e oportunidades. Essa também é uma maneira de ver aquilo que não pode faltar para que você não acabe ficando para trás. 3. Analisar o próprio negócio Procure se colocar no lugar dos seus clientes. Veja se o modo como as coisas estão sendo feitas agora poderia agradar você enquanto cliente. Mas também procure analisar os aspectos fortes para que possa investir cada vez mais neles e se destacar por causa desses diferenciais. 4. Medir os resultados Ao longo de todo o caminho, são necessárias adequações, investimentos

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