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Entenda como funciona o Lucro Real

O que é o Lucro Real? Como funcionam os ajustes fiscais? O principal desafio do Lucro Real As empresas podem aderir ao Lucro Real Calculando as alíquotas do Lucro Real As vantagens do Lucro Real As desvantagens do Lucro Real Os cuidados para essa tributação Organize os processos internos Entenda o período de apuração   O Lucro Real é um dos regimes mais importantes que existem no Brasil. Com vantagens e desvantagens, ele faz parte de uma pequena parcela de empresas quando comparado a outros regimes tributários.   Dentre os regimes tributários temos: Presumido, Arbitrado, Simples Nacional e o Lucro Real.   Este é considerado o mais complexo com relação aos outros tipos de regime tributário. Seu cálculo é mais longo e envolve a apuração da própria empresa, bem como os ajustes da legislação fiscal.   Uma característica importante é que as empresas dessa tributação precisam apresentar à Secretaria da Receita Federal os registros especiais de seu sistema contábil e financeiro.   Para entender todas as informações sobre o Lucro Real, não deixe de ver o conteúdo que a Solvção preparou para você! O que é o Lucro Real? O Lucro Real é um regime tributário que tem as alíquotas calculadas com base no lucro líquido gerado das receitas e despesas no período.   A apuração pode ocorrer de forma trimestral ou anual e, como os outros regimes, apresenta vantagens e desvantagens. Assim, é importante ter profissionais capacitados para tomar as melhores decisões.   No regime do Lucro Real, o cálculo do IRPJ e CSLL parte do lucro contábil acrescido de ajustes (exclusões e adições) determinado pela legislação fiscal e suas normatizações. Para ficar mais fácil, podemos colocar assim: Lucro ou Prejuízo Contábil (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real ou Prejuízo Fiscal do Período   Com isso, são feitos os cálculos para cumprir as obrigações fiscais da empresa, garantindo segurança. Como funcionam os ajustes fiscais? O controle dos ajustes fiscais é registrado em dois livros fiscais, o Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-LALUR) e o Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (e-LACS).   Desde 2014 as empresas passaram a entregar esses livros por meio da ECF, dispensando o controle de forma física.   Para uma apuração correta, é importante que o sistema contábil tenha suporte para o controle das contas que serão adicionadas e excluídas, assim como informações que podem ser exibidas com segurança e assertividade para ECF. O principal desafio do Lucro Real A parte crucial de tudo é ter o conhecimento em quais situações as receitas ou despesas devem ser excluídas ou adicionadas.   A principal dica é procurar conhecer a realidade da operação e assim, buscar as possíveis adições ou exclusões na legislação. O resto é contar com um bom sistema automatizado que auxilie na consolidação das informações. As empresas podem aderir ao Lucro Real De forma geral, qualquer empresa pode ser do Lucro Real, mas via de regra, algumas são obrigadas pela legislação (Art. 14 da Lei nº 9718/1998), são elas:   Receita no ano-calendário superior a R$48.000.000 até 31/12/2013; Receita no ano-calendário superior a R$78.000.000 a partir de 01/01/2014; Atividades de bancos, sociedades de créditos, corretoras de títulos, empresas de arrendamento mercantil, empresas de seguros; Empresas que tiveram lucros, rendimento ou ganho de capital oriundos do exterior; Que possuam benefícios-fiscais de isenção ou redução de imposto; Empresas que tenham atividades de assessoria de crédito, administração de contas a pagar e receber, factoring; E empresas que optem pelo pagamento mensal de estimativa.   Assim, vale verificar quando as empresas estão enquadradas nos casos mencionados, evitando erros na escolha do regime tributário. Calculando as alíquotas do Lucro Real É fundamental entender dos cálculos para realizar os pagamentos dos impostos de forma correta, sendo considerados o lucro líquido da empresa para pagamento de CSLL e IRPJ. Dessa forma, a alíquota no IRPJ é de 15%. Caso o lucro exceda R$20.000,00 no mês, aplica-se 10% a mais sobre o montante que passou do valor. Ou seja, se uma empresa teve um lucro líquido de R$40.000,00 no mês, o cálculo é:   15% de R$40.000,00 = R$6.000,00; 10% de R$20.000,00 = R$2.000,00;   Assim, a contribuição para o IRPJ é de R$8.000,00. Além disso, é necessário quitar entre 9% e 12% de CLSS, que também incide sobre o Lucro Líquido.   Há também o pagamento do PIS 1.65% e Cofins com 7,6% de alíquota. Estes são tributados sobre o faturamento. As vantagens do Lucro Real A grande vantagem é poder realizar um planejamento tributário e analisar, com base no resultado contábil e seus ajustes, se esse tipo de apuração é o mais vantajoso para a empresa. Vale lembrar que esse estudo tributário envolve análises de tributação do PIS/COFINS, que também são cruciais para a tomada de decisão. Além disso temos:   A possibilidade de a empresa compensar prejuízos fiscais anteriores, assim como do mesmo exercício; Utilizar créditos do PIS e COFINS; Reduzir ou suspender o recolhimento do IRPJ e CSLL, com balancetes mensais. As desvantagens do Lucro Real As desvantagens estão relacionadas ao detalhamento exigido por esse regime de tributação. Duas delas são muito importantes, veja:   Maior inflexibilidade contábil com relação às regras tributárias. A burocracia é mais nítida; Alíquotas do PIS e COFINS mais elevadas. Assim, é preciso verificar cada caso, colocando as vantagens e desvantagens na balança, para que seja feito o melhor enquadramento. Os cuidados para essa tributação De forma genérica, o Lucro Real para efeito do IRPJ pode ser vantajoso, caso o lucro seja menor que o Lucro Presumido, que é normalmente de 32% para serviços e 8% para comércio; ou se as alíquotas efetivas forem menores que do Simples Nacional, se a empresa puder se enquadrar nesse regime.   Portanto, esse dado não pode ser analisado de forma isolada, pois o PIS/COFINS não pode deixar de ser considerado no cálculo.   Caso a empresa apresente prejuízo, não paga IRPJ/CSLL, diferente dos outros regimes, onde o pagamento do imposto é independente de prejuízo fiscal. Organize os processos internos Se aprofunde na

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10 formas de vender mais

Existem muitos fatores que influenciam as vendas de um negócio, mas é importante entender que alguns podem estar fora do nosso alcance. Vale lembrar que o comércio é formado por empreendedores que estão de olho nos movimentos dos consumidores, em busca de atender os desejos de seu público. Mas olhar para as questões administrativas e fiscais também é um ponto a ser levado em consideração. A partir dessa matéria, você compreende os fatores que podem influenciar nas vendas e, consequentemente no seu faturamento. Vem com a gente! 1- Realize pesquisas Essa é a melhor forma de identificar o que falta para aumentar suas vendas. A forma com que ela deve ser realizada dependerá do porte da empresa, mas a questão principal é que os dados sejam coletados sobre o que os clientes não encontram em sua empresa, mas que é, de alguma forma, relevante para eles; o que falam sobre sua organização e aparência e a forma que são atendidos. É importante pontuar aquilo que você consegue alterar e, principalmente, levar os resultados a sério. 2- O que interessa para o cliente É importante saber que seus clientes vem para sua empresa – seja de forma presencial ou digital -, porque alguma coisa lhes interessa ou, pelo menos, chamou sua atenção. Para que o cliente esteja cada vez mais próximo do seu negócio, é importante pensar sobre as ações que devem ser tomadas para o aumento de clientes. 3- Produtos baseados no cliente A partir disso, leve o perfil do seu público atual em consideração e escolha seus produtos, levando em consideração o que eles estão buscando e as novidades que o mercado oferece. 4- Analise seus processos internos As vezes a preocupação com as vendas é maior do que com a organização da empresa e, talvez esse seja o verdadeiro motivo de alguma queda de faturamento. Além disso, outros pontos como estoque, impostos e escalas de funcionários, podem ser o motivo. Dessa forma, é importante avaliar se você está recebendo as orientações corretas da sua contabilidade. Nesse caso, a SOLVÇÃO pode ajudar você! 5- Equipe de vendas Para ter boas vendas, um bom time de vendedores é fundamental e, para isso, é necessário treinamento. Geralmente os profissionais contratados para essa atividade já possuem um determinado perfil, mas nem sempre a experiência ou preparo para realizar da melhor forma. Assim, a oportunidade de oferecer cursos e capacitação ao seu time está aí! Molde-os de forma que as atividades estejam de acordo com os resultados que deseja atingir. 6- Invista no seu ponto de vendas O ponto de vendas deve estar de acordo com a proposta do seu negócio. Por mais que seu negócio seja antigo e esteja estabelecido há anos no mesmo local, as atualizações são necessárias para que possa interessar a novos públicos. Para isso, você pode buscar modelos do seu segmento em pontos de vendas mais recentes, inclusive no mercado exterior. 7- Invista no Marketing Digital do seu negócio Por mais que seu negócio não trabalhe com produtos digitais e não queira abrir uma loja online, a presença virtual é necessária. Isso significa que se alguém te procurar na internet, precisam encontrar algum resultado, seja rede social ou site próprio. 8- Atentar-se as datas especiais É importante considerar as datas especiais, seja para ter estoque ou para entender que, em determinados momentos, seu publico não estará com você. Se você tem queda de demanda por um tempo, é certo que a procura aumentará num período posterior, dessa forma é necessária a organização de toda a estrutura da empresa para o atendimento necessário. 9- Entender a sazonalidade Ela não está presente apenas nas datas especiais. No primeiro ano de funcionamento do negócio é necessário diferenciar esses períodos de diferença na demanda e, a partir disso, registrar as vendas, ajustando os estoques e realizando ações diferentes nos momentos de baixa procura. 10- Promoções e renovação do estoque Ao notar que possui mercadorias que não estão gerando o retorno esperado, é hora de vende-las por valores menores e utilizar esse valor para atualizar o estoque. Por fim, a importância em se manter atualizado mostra que acompanhar as tendências faz parte da rotina empresarial. Dessa forma, seu negócio se populariza, suas vendas aumentam e, consequentemente seu faturamento! Fonte: Contabilizei

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