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O que é Lucro Real Não Cumulativo e quais são suas Vantagens

Vantagens do Lucro Real não cumulativo Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo Como fugir dessas dificuldades Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Conclusão   O Lucro Real não cumulativo é um regime de tributação que permite às empresas abater os créditos de PIS e Cofins sobre as suas compras de bens e serviços. Isso significa que as empresas não precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas, mas apenas sobre a margem de lucro.   Esse regime é mais vantajoso para as empresas que têm um alto volume de compras e vendas, pois elas podem recuperar parte dos impostos que pagaram. No entanto, é importante lembrar que o Lucro Real não cumulativo também é mais complexo do que o Lucro Real cumulativo, pois as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos. Vantagens do Lucro Real não cumulativo As principais vantagens do Lucro Real não cumulativo são: Redução da carga tributária; Maior competitividade; Melhor fluxo de caixa; Maior controle das despesas. Redução da carga tributária A redução da carga tributária é uma das principais vantagens do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram sobre as suas compras de bens e serviços. Isso pode gerar uma economia significativa de recursos para as empresas. Maior Competitividade para a empresa A maior competitividade é outra vantagem do Lucro Real não cumulativo. Isso ocorre porque as empresas que adotam esse regime podem reduzir o seu custo de produção, o que pode torná-las mais competitivas no mercado. Melhor controle no fluxo de caixa Esta vantagem ocorre porque as empresas podem recuperar parte dos impostos que pagaram antecipadamente, o que pode melhorar o seu fluxo de caixa. Maior controle das despesas da empresa Uma grande vantagem do regime. Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode ajudar as empresas a controlar melhor as suas despesas e evitar o pagamento de impostos indevidos. Dificuldades ao adotar o Lucro Real Não Cumulativo O Lucro Real não cumulativo gera alguns desafios que demandam um escritório de contabilidade especializado, como: Maior complexidade; Maior burocracia; Maior necessidade de profissionais qualificados. Maior complexidade Isso ocorre porque as empresas precisam manter uma escrituração fiscal detalhada para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode exigir um maior investimento de tempo e recursos das empresas.   Por isso, empresas como a Solvção Contabilidade são muito necessárias para que essas economias com tributos sejam possíveis. Maior Burocracia nos Processos As empresas precisam cumprir uma série de obrigações fiscais adicionais quando optam por este regime, o que pode aumentar o seu custo de conformidade. Maior necessidade de profissionais qualificados As empresas que optam por este regime precisam contar com profissionais qualificados para manter a sua escrituração fiscal em dia e para apurar os créditos de PIS e Cofins. Isso pode aumentar o custo, principalmente pela dificuldade de localizar escritórios ou profissionais competentes. Como fugir dessas dificuldades Com mais de 30 anos de experiência, a Solvção é especialista neste regime, essas dificuldades não são sentidas por nenhum de nossos clientes, tudo isso porque nosso método de gestão integrada de contabilidade permite tranquilidade, sucesso, atendimento priorizado e o melhor custo x benefício do mercado. Quando adotar o Lucro Real Não Cumulativo para sua empresa Se você tem uma empresa que compra de muitos fornecedores, ou que compra em grande volume e frequência, com certeza pode funcionar para você.   Se você está pensando em adotar este modelo, é importante consultar um contador para avaliar se esse regime é adequado para o seu negócio. Fique a vontade em conversar com a Solvção, nossa equipe está pronta para tirar todas as suas dúvidas. Qual é a diferença entre Lucro Real Não Cumulativo e Cumulativo? O Lucro Real Cumulativo, por outro lado, não permite que as empresas abatam os créditos de PIS e Cofins. Isso significa que as empresas precisam pagar esses impostos sobre o valor total das suas vendas. Aqui está uma tabela que resume as principais diferenças: Característica Lucro Real Não Cumulativo Lucro Real Cumulativo Créditos de PIS e Cofins Podem ser abatidos Não podem ser abatidos Carga tributária Pode ser menor Pode ser maior Complexidade Mais complexo Menos complexo Adesão Opcional Obrigatório Exemplo Prático de como funciona o Lucro Real Não Cumulativo Considere uma empresa chamada “Empresa A” que é optante pelo Não cumulativo. A Empresa A tem uma receita bruta de R$ 1 milhão, custos de produção de R$ 500 mil e despesas operacionais de R$ 200 mil. O lucro líquido da empresa é de R$ 300 mil.   A Empresa A também teve créditos de PIS e Cofins de R$ 100 mil sobre as suas compras de bens e serviços. Esses créditos podem ser abatidos do imposto devido, o que reduz o imposto a pagar para R$ 200 mil.   Se a Empresa A fosse optante pelo Lucro Real cumulativo, ela teria que pagar o imposto sobre a receita bruta total, o que seria de R$ 500 mil. Isso significa que a Empresa A economizaria R$ 300 mil em impostos ao optar pelo Lucro Real não cumulativo. Conclusão Como você pode ver, o este modelo de tributação tem muitas vantagens para o negócio, mas depende de um escritório de contabilidade eficiente para se tornar um bônus e não um ônus ao seu negócio. Converse com a equipe Solvção e tire todas as suas dúvidas.

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10 formas de liquidar as dívidas do seu negócio

Se sua empresa possui dívidas tributárias, é importante buscar formas de liquidá-las rapidamente, evitando que elas virem uma bola de neve e resultem em multas. Assim, separamos 10 dicas para que você empreendedor lide com esse problema. Veja: Realize um levantamento das dívidas tributárias da empresa Para que o pagamento das dívidas seja realizado, é necessário ter em mãos uma relação dos fornecedores e tributos que estão com o pagamento em atraso, o valor dessa dívida e o percentual de juros que é acrescentado pelo atraso. Assim, organize os pagamentos em ordem de maior prioridade. Entenda a causa do endividamento Reconheça o motivo do atraso dos seus pagamentos. O Levantamento de Débitos te auxilia a identificar e evitar que novos débitos apareçam e que as dívidas antigas aumentem. Relacionamos aqui as principais causas de endividamento. Veja: Má gestão fiscal e tributária; Falta de planejamento; Cenário econômico desfavorável; Falta de assessoria contábil eficiente. Entenda os diferentes tipos de dívidas e qual o momento da sua empresa Existem as dívidas tributárias, relacionadas aos impostos e as não-tributárias, que são os pagamentos para o governo, como taxas de ocupação, indenizações ou serviços em lugares públicos. Além disso é necessário saber quais os tributos relacionados ao seu negócio. Se estiverem em atraso, vale considerar a melhor forma de quitar a dívida e aqui, o contador tem um papel importante. Evite as dívidas tributárias com o Planejamento Tributário As dívidas tributárias possuem alto custo e comprometem as atividades do seu negócio. Opte por ferramentas de automação para ajudar na regularidade dos tributos. Além disso, o Planejamento tributário é fundamental! Verifique os empréstimos que compensam As vezes é melhor optar trocar uma dívida que te impede de exercer suas atividades por um empréstimo que te dê melhores condições e que esteja de acordo com sua realidade. Integre os processos da sua empresa As dívidas tributárias podem acontecer dependendo de como o seu negócio está estruturado. Ou seja, é necessário ajustar esses processos. Vale ressaltar que integrar os processos é torná-los mais ágeis e otimizar o acesso às informações da empresa. Corte seus gastos Para realizar o corte de gastos, é preciso identificar os gargalos que comprometem o lucro do seu negócio, como desperdício de matéria-prima, funcionários ociosos, falta de planejamento, problemas com estoque etc. O Planejamento tributários faz com que se evitem gastos na empresa. Vale ressaltar que a falta de conhecimento tributário leva a gastos desnecessários. Aumente suas vendas Depois de enxugar os custos, é importante aumentar as vendas para que as condições de pagamento melhorem. Dessa forma, é importante saber sobre o mercado e analisar tudo o que está relacionado às vendas, como o público, sazonalidade, meios de divulgação etc. Verifique oportunidades de renegociação de dívidas Identificando quais são as dívidas e seus valores, vale considerar programas especiais de renegociação. Tem à disposição uma assessoria contábil te auxilia a saber a melhor forma de renegociação. Tenha uma contabilidade de confiança A assessoria contábil te ajuda a gerenciar as demandas da sua empresa, buscando o melhor enquadramento tributário, por exemplo, que faz com que você pague mais ou menos tributos. Dessa forma, conte com os especialistas da Solvção Contabilidade e faça um levantamento sobre a situação da sua empresa e a melhor forma de geri-la. Fonte: OSP

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Empresa inativa ainda tem obrigações a serem cumpridas?

Se por algum motivo você não conseguir tocar adiante os negócios de sua empresa, fique ciente que é preciso liquidar com todas as suas obrigações.  Estar com o CNPJ irregular pode levar o empresário a ter as práticas cotidianas da organização bloqueadas, recebimentos e pagamentos impedidos e, consequentemente, prejuízo na receita. O empresário deve estar muito ciente ao tomar a decisão de manter a organização inativa, pois, o não pagamento de encargos, incorre em multas e, ainda, risco de suspensão do CPF e cobrança das dívidas dos eventuais sócios do negócio. Vamos explicar como funciona este processo. Acompanhe. O que é uma empresa inativa? Uma empresa se dá como inativa, a partir do momento que ela não executa nenhuma atividade operacional ou financeira. Dentre alguns exemplos de obrigações a serem honradas estão: os impostos que ficam pendentes, correção em documentação ou o CNPJ que está parado há anos e esquecido em algum canto da contabilidade, são alguns deles. Alguns empresários se veem sem saída para atender às burocracias para encerrar as atividades e, portanto, não ficam extintas dos órgãos competentes e fiscalizadores. Elas continuam existindo, porém, sem movimentação. Apesar de ser um procedimento legal e viável temporariamente para alguns empreendedores, essa prática pode ser perigosa ao longo do tempo, entretanto, deve ser usada por quem pretende voltar ao exercício da atividade ou por quem não tem dinheiro para fechar a empresa imediatamente. Quais são as obrigações de uma empresa inativa? Mesmo a empresa estando inativa, o empresário deve cumprir a burocracia vigente para não incorrer nos órgãos fiscalizadores e, eventualmente, virem a dívida fiscal crescer com o passar do tempo. Portanto, é muito importante entregar as obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Entre as obrigações, algumas são: – RAIS; – DCTF; – GFIP; – Imposto de Renda Pessoa Jurídica; Escriturações fiscais. Os empresários que não cumprem com a responsabilidade no momento do fechamento ou inatividade da instituição, acabam deixando de entregar as obrigações acessórias ou adicionais. É importante destacar que o pagamento de tributos relativos aos anos-calendário anteriores, bem como, a multa pelo descumprimento de uma obrigação acessória não descaracteriza a empresa como inativa. O administrador tem a responsabilidade de oferecer informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos competentes dentro do prazo pré-estabelecido, além de respeitar uma série de normas. Os contadores podem auxiliá-lo na missão de não ter a dívida ativa aumentando à medida em que o tempo de empresa inativa passa, sendo assim, ele facilita toda a burocracia junto à Receita Federal para que o prejuízo não seja ainda maior. Quanto tempo uma empresa pode ficar inativa? Não há um prazo estipulado permitido para que a empresa permaneça inativa, entretanto, o empreendedor precisa compreender e ter consciência de que essa atitude é algo temporário, bem como dos riscos e multas por atraso no pagamento das contas tributárias. Com o crescimento corrente dos débitos, o empresário também pode ser prejudicado como pessoa física e ter seu CPF suspenso. O ideal é que a empresa seja fechada assim que a decisão for tomada, pois as dívidas podem sair do controle e, com o passar do tempo, não terem como ser sanadas. Caso a dívida não seja paga e a empresa possuir sócios, eles também são responsabilizados diante à Receita Federal, Prefeitura e Estado, podendo correr o risco de ter o nome protestado no cartório. É preciso declarar imposto de renda? Como já citamos acima, a empresa sem movimento deve entregar as obrigações acessórias comuns a qualquer companhia e uma dessas obrigações é o Imposto de renda pessoa jurídica. Caso isso não ocorra, o empresário (bem como seus sócios) corre o risco de ter o CNPJ e CPF cancelados. É possível reativar a empresa? Sim, é possível reativar CNPJ inapto ou suspenso. Para isso, é preciso: – verificar junto à Receita Federal quais pendências precisam ser regularizadas; – separar os documentos para regularizar a situação, que costumam ser escriturações fiscais e declarações contábeis. O prazo para reativação do CNPJ é de, geralmente, 24 horas após a análise dos documentos e do pagamento dos débitos, caso haja algum. Ainda tem dúvidas? Teremos prazer em ajuda-lo! Clique no link abaixo e fale com um de nossos especialistas.

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CEPOM, não seja pego de surpresa!

O Cadastro de Prestadores de Serviços de Outros Municípios (CEPOM) é um registro, no qual prestadores se inscrevem para atender a clientes situados em outras cidades. Dependendo do local, a sigla ainda pode ser CENE, que resume o nome Cadastro de Empresas Não Estabelecidas. Caso o negócio preste serviços a clientes de outros municípios nos quais o CEPOM existe, pode até não ficar impedida de atuar sem o cadastramento, porém, possivelmente pagará impostos a mais, por motivos que veremos a seguir. Além disso, o cadastro prévio dos prestadores ainda conta com outros detalhes que eles precisam saber. Portanto, a seguir, vamos detalhar 4 aspectos dessa obrigação para que você não seja pego de surpresa ao prestar serviços para empresas de outras cidades. Acompanhe! 1. Funcionamento do CEPOM O CEPOM serve para que os prestadores de serviços comprovem diante de outros municípios (os dos seus clientes) que possuem empresas corretamente constituídas. Já em relação à tributação, o cadastro faz com que o Imposto sobre Serviços (ISS) seja corretamente direcionado e não incida duplamente sobre a nota de serviço emitida. Por exemplo: quando uma empresa de fora da cidade presta serviços a outro negócio situado nela, em muitas vezes esse cliente deve reter o ISS se o prestador não estiver cadastrado no CEPOM. Porém, o problema é que, via de regra, o ISS sempre é pago ao município do prestador, na origem da operação. Então, em casos como no do exemplo, a falta do cadastro prévio pode acarretar em pagamento duplo do tributo municipal, o que representa prejuízo. Primeiramente, parte do valor do serviço, conforme o documento fiscal, fica retido no recebimento para o ISS da cidade do tomador do serviço. Depois, pelo Simples Nacional ou pela guia da prefeitura diretamente, o imposto é cobrado pelo município do prestador. 2. Documentos necessários para o cadastro Como as cidades apresentam muitas diferenças em suas leis tributárias e demais regras internas, inclusive nas alíquotas de impostos, os municípios podem exigir mais ou menos documentos. Porém, a base da documentação é composta por itens de comprovação da existência do negócio e da sua instalação na localidade declarada, como: – comprovante de endereço; – cópia de CNPJ e contrato social ou Requerimento de Empresário; – documento de registro ou de locação do imóvel sede do prestador; – comprovação de cadastro na prefeitura da sua cidade; – fotos da empresa. Por conta disso, o negócio não pode tentar se adiantar fazendo o registro enquanto outros processos ocorrem, como o de obtenção de alvará e inscrição municipal. Para se cadastrar no CEPOM, ele deve estar 100% regularizado nos âmbitos municipal, estadual e nacional. Um dos motivos para a necessidade de formalização total antes do cadastro, e da apresentação de vários documentos e até fotos, é o fato de, antigamente, empresários migrarem de cidades com impostos altos para municípios vizinhos com alíquotas mais baixas do ISS, mas só formalmente. Na prática, mantinham suas operações (e até suas sedes) nos mesmos lugares de antes. Logo, se um cadastro for reprovado, ou o prestador manter-se sem cadastro no CEPOM, continuará ocorrendo a bitributação pelo serviço realizado. 3. Cidades que contam com o CEPOM No total, existem 5.569 municípios em todo o Brasil. Os principais deles, que contam com o CEPOM, são: – Aracaju/SE – Bauru/SP – Belém/PA – Brasília/DF – Campinas/SP – Campo Grande/MS – Corumbá/MS – Curitiba/PR – Fortaleza/CE – Joinville/SC – Mogi das Cruzes/SP – Niterói/RJ – Porto Alegre/RS – Recife/PE – Rio de Janeiro/RJ – São Luís/MA – São Paulo/SP – Sorocaba/SP – Teresina/PI – Uberlândia/MG – Vila Velha/ES Como prática de prevenção de problemas, você deve ter atenção redobrada nas cidades grandes e/ou em regiões metropolitanas, cujos sistemas de fiscalização e gestão tributária foram modernizados há mais tempo. Por isso, se você já tem clientes de outras cidades, precisa se informar nessas prefeituras acerca da existência, ou não, do CEPOM nelas e de suas regras. Após isso, conforme for adquirindo clientes de outros municípios, deve ir se inteirando dos critérios de cadastro deles. Outro aspecto que demanda cuidados é o fato de algumas cidades exigirem a inclusão no CEPOM para os prestadores de fora atenderem aos clientes situados nelas. Como comparação, existem municípios nos quais o CEPOM existe, mas que a inscrição nele não é obrigatória e a falta dela não impede o atendimento de clientes sediados nesses locais. É importante atentar, ainda, às diferenças que existem entre as cidades para os cadastros, pois não é um processo de padrão nacional, geral ou unificado de outra forma para todas as localidades. Logo, se o prestador atender a clientes de 10 municípios, por exemplo, que exijam a inscrição, ela deverá ser feita 10 vezes, uma em cada prefeitura. 4. Importância da assessoria especializada no processo Primeiramente, se você ainda tiver mais dúvidas sobre o CEPOM, além das que já tiramos neste texto, contadores são os profissionais preparados para saná-las e garantir segurança às suas ações. No momento de uma prefeitura fornecer informações, também podem surgir alguns termos técnicos e legais, além de trechos da legislação interna municipal. Nesse caso, contar com um profissional contábil para “traduzir” uma possível resposta complicada e ajudar a entender as leis de outro local é extremamente importante. Inclusive, isso pode marcar a diferença entre ter ou não problemas decorrentes de entendimento (ou falta dele) das informações obtidas com fiscais. Em relação ao processo de cadastro em si, pode ser feito pelo próprio escritório contábil — e não obrigatoriamente por um sócio ou pelo proprietário da empresa. Consequentemente, os riscos de erros no registro e no atendimento a outras regras são reduzidos, evitando transtornos futuros do empreendimento com a fiscalização tributária de outra prefeitura, que pode ser bem agressiva ao questionar uma empresa. Além disso, a terceirização dessa carga burocrática tira do empreendedor preocupações e mais tarefas, o que é sempre bom para o gestor que precisa concentrar seus esforços no dia a dia da empresa, no seu crescimento, em serviços, na gestão de pessoas e em outros fatores operacionais e administrativos. Enfim, entendendo o que é o CEPOM

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