Solvcao

Contabilidade

Entenda a atualização do FGTS

O novo sistema do FGTS terá algumas mudanças para as empresas, com o objetivo de simplificar os processos para o empregador. O FGTS Digital será integrado a nova plataforma da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho – SIT, do Ministério do Trabalho e Emprego. Para os empresários e empregadores, essas são as mudanças: – Forma de Pagamento: A partir de Março/2024 o FGTS deverá ser pago exclusivamente através de PIX, QR Code ou Copia e Cola. Não é necessário possuir chave Pix, apenas uma conta habilitada para esse tipo de pagamento. – Nova data de Pagamento: Com a entrada do FGTS Digital teremos também uma mudança na data de vencimento da guia Mensal, que passa do dia 7 para o dia 20 de cada mês. Programe o fluxo de caixa da sua empresa, uma vez que agora terá mais guias vencendo no dia 20. Essa mudança estará já valendo para próximas guias a partir do mês 04. – Obrigações dos empregadores: Os pagamentos passarão a ser recolhidos pelo próprio FGTS Digital. Os que foram realizados antes estavam sobre competência do sistema Conectividade Social, da Caixa. – Rescisões: A partir de agora são será mais necessária a chave de liberação para saque do FGTS (quando existe direito ao saque). Ele será feito automaticamente após a informação da demissão ser lançada no eSocial. – Admissão primeiro emprego: Não será mais necessário gerar o número de PIS. A identificação do empregado será apenas com o CPF. Os valores de FGTS em aberto a partir de agora estarão sujeitos a bloquear emissão de CNDs. Conte com a Equipe da SOLVÇÃO Contabilidade para cuidar do seu negócio. Assim você fica tranquilo para investir seu tempo na sua empresa!

Entenda a atualização do FGTS Read More »

DCTFWeb: O que muda a partir de Janeiro de 2024

A partir do Período de Apuração (PA) janeiro de 2024, a DCTFWeb (Declaração de Débitos e Créditos Tributados Federais Previdenciários e de Outras Entidades e Fundos) terá novos tributos a ser declarados, veja: – Valores de retenção de Imposto de Renda, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Programa de Integração Social (PIS) e Cofins escriturados na EFD-Reinf; e – Os valores de PIS/Pasep sobre a folha de pagamento e escriturados no eSocial. Via de regra, os recolhimentos dos tributos mencionados ocorrerão em fevereiro de 2024 e serão realizados por meio do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais), numerado emitido pela DCTFWeb. No caso do vencimento do tributo ser anterior ao prazo de entrega da declaração, este deve ser recolhido preferencialmente pelo DARF numerado emitido no sistema SicalcWeb. Assim, antes do contribuinte confessar a dívida da DCTFWeb, poderá importar os Darfs pagos para abater os valores dos débitos declarados, o que evita pagamentos em duplicidade. Vale destacar que, sobre os tributos mencionados anteriormente, em fevereiro pode ocorrer a obrigatoriedade da entrega de duas obrigações: Por fim, outro fato importante é que o IRRF sobre rendimentos do trabalho, que já é declarado em DCTFWeb desde o PA maio de 2023. Para ter tranquilidade nos processos da sua empresa, conte com a equipe da SOLVÇÃO! Seja para cuidarmos diretamente da sua empresa ou por meio da Terceirização Contábil, teremos o maior prazer em Contabilizar uma História de Sucesso JUNTO COM VOCÊ!

DCTFWeb: O que muda a partir de Janeiro de 2024 Read More »

Guia completo: terceirização do setor financeiro.

O que é a Terceirização do Setor Financeiro? Quais são os serviços que a Terceirização envolve? Para quem é útil? Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Vantagens de terceirizar o financeiro Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa?   Um dos setores mais importantes de toda empresa é o setor financeiro, por isso, garantir sua eficiência e otimização é fundamental para o sucesso de uma organização.   Na prática, esse recurso significa: gerir as finanças de forma eficiente com o conhecimento específico, tempo e recursos adequados, o que pode ser feito através da Terceirização do Setor Financeiro.   Muitas organizações optam por terceirizar sua área financeira, visando melhores resultados e benefícios significativos. Assim, vamos explorar neste blogspot o guia da Terceirização do Setor Financeiro, apresentando o que é BPO: quais os serviços, para quem é útil, quando aderir, as vantagens efetivas dessa prática e como a Solvção pode contribuir com sua empresa. O que é a Terceirização do Setor Financeiro? A Terceirização do Setor Financeiro, também conhecida como BPO (Business Process Outsourcing), envolve a transferência de atividades financeiras de uma empresa para um parceiro externo especializado que utiliza, em sua base, a tecnologia da informação.   Ao delegar as responsabilidades financeiras, a organização pode se concentrar em seu core business, enquanto profissionais qualificados cuidam das tarefas financeiras operacionais. Ou seja, o tempo de cuidar da conciliação bancária, das contas a pagar e a receber, entre outras tarefas de gestão das finanças será direcionado para a equipe externa contratada. Quais são os serviços que a Terceirização envolve? A Terceirização do Setor Financeiro abrange uma ampla gama de serviços, sendo adaptados às necessidades específicas de cada organização. Vamos conhecer algumas dessas atividades:   Contas a Pagar e Receber: processamento de pagamentos, emissão de faturas, gestão de cobranças e conciliação de contas. Emissão de Notas Fiscais e Boletos: preparação de declarações fiscais, demonstrações financeiras e cumprimento de obrigações contábeis. Conciliação Bancária: verificação e conciliação de transações bancárias com os registros contábeis. Redução de Custos: planejamento personalizado e soluções de otimização do balanço financeiro (despesas e receitas). Relatórios para acompanhamento: elaboração de orçamentos, análise de desempenho financeiro, projeções e relatórios financeiros. Movimentação Integrada com a Contabilidade: cálculo de salários, impostos, contribuições, benefícios e cumprimento de obrigações trabalhistas. Para quem é útil? A Terceirização do Setor Financeiro é válida para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Alguns exemplos são as pequenas e médias empresas que não possuem recursos suficientes para manter uma área financeira interna bem estruturada em tempo integral e podem se beneficiar da expertise de uma equipe financeira externa. Ou, ainda, grandes empresas que aproveitam a terceirização para focar em atividades estratégicas, reduzindo custos e aumentando a sua eficiência operacional. Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo:   Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de despesas gerais mediante a gestão externa otimizada. Necessidade de especialização: se a empresa não possui profissionais financeiros especializados, a terceirização permite tanto o acesso a conhecimentos técnicos avançados como tecnologias facilitadoras. Escalabilidade e flexibilidade: a terceirização pode se ajustar às necessidades da empresa, possibilitando o aumento ou redução dos serviços conforme a demanda.   Sendo assim, vale a pena esperar para implementar uma solução que possa gerar resultados melhores e contribuir com o crescimento da empresa? Vantagens de terceirizar o financeiro Na prática, a Terceirização do Setor Financeiro traz diversas vantagens para as empresas, vamos conhecer algumas delas:   Foco no core business: ao delegar as atividades financeiras a especialistas, a empresa pode se concentrar em suas competências essenciais e no crescimento do negócio. Redução de riscos e erros: profissionais financeiros experientes possuem técnicas e métodos específicos para lidar com questões complexas e garantir conformidade com regulamentos e leis. Acesso à tecnologia e inovação: a terceirização permite acesso a sistemas financeiros atualizados e atividades inovadoras, que podem melhorar a eficiência e a precisão das operações financeiras. Redução de custos operacionais: a terceirização elimina a necessidade de investir em infraestrutura, software e treinamento, resultando em economia de recursos e otimização de processos. Como a Solvção pode contribuir com a sua empresa? A Solvção é uma empresa especializada em BPO e uma parceira confiável para sua empresa, assumindo a responsabilidade pelas atividades financeiras do seu negócio com uma Contabilidade Digital integrada ao Sistema de Gestão Empresarial.   Os valores da Solvção são: integridade, competência e a excelência. É a partir deles que todas as atividades de Terceirização do Setor Financeiro, para empresas de quaisquer segmentos e tamanhos, são desempenhadas. Tais quais:   Análise dos indicadores financeiros: com a capacidade analítica da Solvção você conta com auxílio na tomada de decisões baseando-se em números e indicadores. Organização de informações estratégicas: fazendo com que o grande volume de dados – que geralmente são complexos – virem informações simples de fácil compreensão para você e seu negócio. Otimização na visão futura da sua empresa: com uma comunicação direta, o planejamento financeiro te dá mais segurança para garantir precisão ao seu negócio.   Quer saber mais como implementar a Terceirização do Setor Financeiro na sua empresa e otimizar seus processos contábeis? Entre em contato com a nossa equipe de atendimento através do WhatsApp: (11) 95050-1217.   A Solvção está pronta para atender você.             Quando aderir a Terceirização do Setor Financeiro? Quanto antes! Vimos que a Terceirização do Setor Financeiro pode ser considerada em várias situações, mas que estão diretamente ligadas ao desenvolvimento organizacional, como, por exemplo: Para a redução de custos: terceirizar é um caminho muito mais viável e econômico em relação a manter uma equipe interna de finanças, visto que isso exige salários, benefícios, treinamentos e infraestrutura. Além de ter efeitos na redução de

Guia completo: terceirização do setor financeiro. Read More »

ME ou EPP? Qual o melhor para sua empresa?

Se você está pensando em abrir uma empresa, é importante entender a diferença entre ME e EPP para escolher o que mais se adequa ao seu negócio. Dessa forma, essa matéria explica essas diferenças para que você entenda sobre esses dois modelos. As diferenças entre ME e EPP A principal diferença está no tamanho da empresa, partindo do limite de faturamento. A ME pode faturar até R$360 mil por ano, enquanto a EPP tem o limite de R$4,8 milhões. Ambos podem optar por seguir o Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real e os impostos são calculados de acordo com o faturamento, ou seja, a medida que a empresa cresce, o regime tributário é alterado. Dessa forma, vemos a importância de você, como empresário ter uma assessoria contábil especializada, como a SOLVÇÃO, que tem serviços de consultoria e estuda sua empresa para te auxiliar no sonho de empreender com sucesso. Mas o que é uma ME? A Microempresa é diferente de outros tipos de empresa, como por exemplo o MEI, porque adequa-se a um número maior de sócios e até 19 funcionários, dependendo do seu segmento. A ME precisa emitir notas fiscais para todas as vendas realizadas e, ser ME traz vantagens no recolhimento de tributos, bem como na arrecadação de tributos e redução nas alíquotas. E o que é uma EPP? As Empresas de Pequeno Porte são, geralmente, uma ME que ultrapassou o limite anual de R$360 mil. Devem ter no mínimo 10 colaboradores e no máximo 49, mas para empresas do ramo de indústria, o máximo permitido é de 99 funcionários. Podem ser enquadradas em qualquer regime tributário, mas em alguns casos, o Lucro Real ou Presumido são obrigatórios, como empresas de bebidas alcoólicas, por exemplo. E qual é melhor? A opção de ser ME ou EPP deve ser relacionada ao modelo do seu negócio. Tudo depende do que é mais adequado, não ao que é melhor. Como vimos, é necessário observar critérios e analisar detalhes, como o número de funcionários, faturamento, atividades etc. Contudo, é preciso estudar e planejar a estratégia adotada e, sem dúvidas, contar com um bom contador! Como abro minha pequena empresa? Se você quer abrir seu próprio negócio, entre em contato com a SOLVÇÃO. Somos especialistas em abrir sua empresa da forma menos burocrática e trabalhamos com um valor justo, que cabe no seu bolso. Estudaremos juntos o melhor cenário para sua empresa e Vamos contabilizar uma História de Sucesso JUNTOS! Fonte: Contábeis

ME ou EPP? Qual o melhor para sua empresa? Read More »

Informações importantes para entender melhor sobre o Aviso Prévio

O que é aviso prévio? Quando um trabalhador decide sair do emprego, é exigido que ele cumpra um período de aviso de saída dessa empresa, o chamado aviso prévio. A CLT prevê que esse período seja cumprido quando o empregado pede demissão e quando a empresa decide demiti-lo sem justa causa. O aviso prévio tem período de 30 dias corridos e é uma segurança para o trabalhador conseguir encontrar um novo emprego quando é demitido e uma segurança para a empresa quando o empregado pede demissão, para contratar outro colaborador. Como funciona? Para consolidar o aviso prévio, a parte interessada em romper o contrato de trabalho – empregado ou empregador – deve fazer o comunicado por escrito. Há a possibilidade do funcionário ser dispensado de cumprir o aviso prévio, mas ele deve receber o salário daquele mês e mais o período proporcional em dinheiro. Já em caso de pedido de demissão por parte do colaborador, ele deve cumprir um aviso prévio de 30 dias corridos a partir do comunicado. O que é aviso prévio trabalhado? É aquele em que o trabalhador continua exercendo suas atividades profissionais na empresa pelos 30 dias combinados. O artigo 488 da CLT diz que ele tem direito a escolher entre os seguintes benefícios para a serem aplicados durante esse período do aviso prévio trabalhado: Ressaltando que a redução de jornada não pode ser substituída por horas extras. E se o colaborador faltar ou trabalhar menos do que o determinado por lei, ele pode receber descontos no salário quando assinar a rescisão. O que é aviso prévio indenizado? Acontece quando o profissional não precisa trabalhar durante o período de 30 dias em que está sob aviso, ou seja, não precisa cumprir essa jornada de trabalho mencionada e mesmo assim receberá o pagamento referente aos 30 dias de aviso. Geralmente, esse é um caso aplicado quando a empresa demite o funcionário. Importante lembrar que em caso de justa causa, a empresa pode optar por indenizar ou não o profissional. Quando o rompimento do contrato de trabalho é feito por parte da empresa, ela precisa adiantar o salário referente ao período do aviso, pagando o valor junto com a rescisão, que deve acontecer em 10 dias corridos após o desligamento. Se o profissional é quem solicita a demissão, mas não pode cumprir os 30 dias de aviso, é ele quem deve arcar com a multa da rescisão. O valor será descontado do acerto do trabalhador e deve equivaler a um mês de salário. A empresa pode optar por não cobrar do colaborador esse valor. Verbas rescisórias  O colaborador tem direito a receber as seguintes verbas: Se o funcionário tiver mais de um ano de trabalho na mesma empresa, ele também deve receber, se tiver: Aviso prévio cumprido em casa Este não é respaldado por nenhuma lei trabalhista, mas é bem comum de acontecer e geralmente ocorre quando o gestor e colaborador entram em um acordo de demissão. Assim, o trabalhador não precisa ir até a empresa, mas não deixa de ajustar as demandas antes de sair definitivamente do emprego. Essa condição é comumente proposta para que as empresas tenham mais tempo para realizar o pagamento da rescisão. Aviso prévio proporcional Foi criado com a Lei 12.506/2011 e serve para quem tem ao menos um ano completo de contrato. O aviso prévio de 30 dias (trabalhado ou indenizado) fica garantido para qualquer trabalhador que tenha até um ano de vínculo empregatício na empresa. Para quem tem um ano completo ou mais, além de 30 dias há mais três dias de salário para cada ano completo trabalhado, limitado a 20 anos, o que soma no máximo mais 60 dias de indenização. Ou seja, todo funcionário dispensado tem direito a 30 dias de aviso prévio, mais o aviso indenizado proporcional ao tempo trabalhado, limitado a até 60 dias proporcionais, o que somaria no máximo 90 dias de aviso. Quando o aviso prévio não é aplicado? O aviso prévio é aplicado nos seguintes cenários: Contudo, todas as situações que fogem a esses casos mencionados não se qualificam com a necessidade de aplicar o aviso prévio. No caso da demissão por justa causa, por exemplo, a empresa deixa de ter a obrigação de arcar com os custos do aviso prévio. Inclusive durante o período em que o aviso prévio já tenha sido dado e esteja sendo cumprido, o gestor pode acionar uma demissão por justa causa, desde que o profissional apresente algum comportamento indevido ou cometa uma falta grave. O que acontece com o não cumprimento do aviso prévio? Se a empresa não efetuar o devido pagamento no prazo estabelecido pela lei, o profissional passa a ter direito de receber o valor adicional de um salário com correções. Caso o descumprimento do aviso seja feito pelo colaborador que está em aviso prévio trabalhado, ele deverá ter descontado os valores referentes aos dias faltantes. Além de tudo isso, é importante ficar atento a uma exceção: se o profissional encontrar outro emprego durante o aviso prévio, ele poderá encerrar as atividades e receber integralmente o que lhe é devido. Será preciso, no entanto, comprovar a existência de um novo contrato. Portanto, é importante ficar atento às regras de cada modelo, principalmente do aviso prévio trabalhado, já que ele reduz a jornada de trabalho diária em 2 horas ou dá direito a ter sete dias consecutivos de folga no trabalho. De toda forma, é aconselhável procurar a Solvção Contabilidade ou o RH da sua empresa para que todas as dúvidas sobre o cumprimento desse aviso sejam esclarecidas e, se necessário, também acionar um advogado trabalhista. Fonte: Contábeis

Informações importantes para entender melhor sobre o Aviso Prévio Read More »

Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce

O comércio digital foi um dos ramos que mais cresceu e se você realiza a venda de produtos, é necessário estar atento às autoridades fiscais, evitando multas e penalidades – até mesmo processos criminais, se as coisas ficarem realmente sérias.  1. Entenda sobre a legislação É importante ter entendimento sobre a legislação tributária brasileira, afinal já é sabido a alta complexidade desse sistema. Desse modo, estar informado e atualizado sobre as leis fiscais é imprescindível para evitar surpresas desagradáveis. 2. Mantenha registros detalhados de todas as suas vendas Se você realiza a venda de produtos em plataformas digitais, você deve manter registros detalhados de todas as suas vendas. Isto porque pode ocorrer uma inspeção de sua empresa a qualquer momento para comparar suas vendas com seus registros contábeis. Se suas vendas digitais forem superiores aos seus registros, você provavelmente será acusado de evasão fiscal. É por isso que você precisa manter seus registros por pelo menos cinco anos. 3. Fique atento aos documentos eletrônicos A NF-e – que é a nota fiscal eletrônica – é necessária para a parte fiscal da empresa. É fundamental manter todos os documentos organizados e com fácil acesso, caso sejam necessários em um determinado período. 4. Faça um planejamento tributário o planejamento tributário é fundamental para o e-commerce, pois mantém as obrigações cumpridas, como o pagamento de impostos. 5. Tenha um auxílio especializado Para garantir a plena segurança nos processos fiscais do seu e-commerce é fundamental ter um auxílio especializado. Por isso, conte com a Solvção! Trabalhamos sempre com toda atenção e carinho que você precisa e merece!! Fonte: Portal Contábeis

Como evitar problemas fiscais em seu e-commerce Read More »

Currículo enviado!