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CNPJ

Sua empresa está adequada a LGPD?

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor setembro de 2020 e se sua empresa ainda não buscou adequação, pode sofrer sanções tanto administrativas, quanto judiciais que podem ser vistas no Portal da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). Hoje, no Brasil, estão em andamento mais de 350 processos administrativos sancionatórios na (ANPD) e nenhum deles ainda foi concluído, o que dá a impressão de que ninguém está sendo punido por não cumprir a LGPD. Mas o Portal mostra que as condenações variam de R$ 100 até R$ 2.500.000! “Minha empresa é pequena, não passo por fiscalização.” Será? Engana-se o empresário que, por ser pequeno, acha que não sofre fiscalização! No portal da ANPD há um canal de denúncias (que podem ser feitas anonimamente) e é verificado que são quatro os principais denunciantes: – O funcionário infeliz; – Seu concorrente; – O vizinho da sua empresa; – Um cliente insatisfeito. Então entenda que, independentemente do tamanho da sua empresa, você pode passar sim por uma fiscalização! Olha o Golpe! Os golpes que se acumulam aos montes na internet, com sites e aplicativos que prometem adequação relâmpago por um preço mínimo. O golpe tá aí! Entenda que um processo de adequação à LGPD pode demorar de seis meses a dois anos e não num passe de mágica! Assim, propagandas que prometem adequação em três dias são perigosas e podem enganar quem não conhece o processo. A adequação à LGPD passa por 6 passos: Agora que entender a complexidade de um processo de adequação à LGPD, você acha mesmo que um aplicativo vai fazer todo esse trabalho? Existe um perigo maior ainda! Uma vez que esse aplicativo teve acesso a todo seu banco de dados pessoais, como você estará seguro de que ele não vai compartilhar esses dados? É importante ressaltar que todos os dados, incluindo aqueles que estão em fichas e papéis, são protegidos pela LGPD. Entre sempre em contato com seu contador. Ele lhe indicará a melhor forma de se adequar e seguir as normas de forma segura! Fonte: Contábeis

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POR QUE VOCÊ DEVE ACOMPANHAR O CNPJ DA SUA EMPRESA?

Sabemos que a rotina de um gestor é repleta de obrigações, porém a consulta do CNPJ da empresa não pode ser deixada de lado. Você realiza essa atividade? O procedimento é importante para conhecer o perfil financeiro da companhia, adotar medidas de correção, caso sejam necessárias, entre outros benefícios. Mas para alcançar bons resultados, o processo deve ser implementado corretamente. Para ajudar nessa missão, preparamos este texto com dicas sobre o assunto. Continue a leitura, entenda os motivos para acompanhar o CNPJ da empresa e veja como fazer isso! Quais são os benefícios de acompanhar o CNPJ da sua empresa? Algumas pessoas podem desconhecer a estratégia de análise do próprio CNPJ. Contudo, vale destacar que o procedimento é significativo para a proteção e o sucesso do negócio. Alguns benefícios são: – proteção e ações de correção rápida em caso de fraudes; – análise do perfil financeiro e possibilidade de aplicar estratégias de melhoria; – redução de insegurança do mercado; – contribuição para facilitar a obtenção de crédito. Ter uma boa reputação no mercado e um score elevado são passos essenciais para manter a saúde financeira da empresa em dia e realizar acordos mais vantajosos. Por isso, é importante conhecer o perfil financeiro da sua empresa e aplicar medidas para melhorá-la, se for o caso. Uma das dicas para isso é evitar a negativação. Tal fato pode ocorrer se a sua empresa deixar de pagar alguma conta e o credor enviar os dados dela para os órgãos de proteção ao crédito com o objetivo de obter o pagamento. Ficar na lista de negativados gera complicações para o seu negócio, pois afeta a sua reputação e pode dificultar acordos comerciais, compras a prazo e obtenção de empréstimo. Diante disso, é imprescindível ter um bom controle financeiro para evitar despesas em atrasos. Além do mais, ao monitorar o CNPJ da firma, você poderá receber avisos em caso de pré-negativação para identificar dívidas em aberto e adotar medidas de correção rápidas para que isso não prejudique o perfil dela. Outro benefício de acompanhar o CNPJ é quanto à redução de riscos. As empresas, sejam elas pequenas ou grandes, não estão livres de sofrerem com ações fraudulentas. Dessa forma, caso uma pessoa utilize os dados da companhia para aplicar golpes no mercado, você ficará sabendo disso com mais rapidez e poderá tomar atitudes para resolver a situação e minimizar os danos. O que você deve acompanhar e com qual frequência deve fazer isso? Ao analisar o CNPJ da empresa é possível obter uma série de dados, tais como: – score de crédito; – dívidas e protestos; – consulta por outras empresas. Todas essas informações são importantes para entender o perfil do negócio e aplicar as estratégias adequadas. Contudo, como as movimentações podem acontecer de forma constante, é preciso dar atenção a esses dados com frequência. O processo para a consulta de CNPJ pode ser feito de forma manual com pesquisas junto ao órgão de proteção ao crédito. Nesse caso, é recomendado definir de quanto em quanto tempo isso deve ser feito de acordo com as características e os objetivos da empresa. Uma alternativa mais prática é o monitoramento de CNPJ com auxílio de soluções tecnológicas. Assim, você consegue realizar um acompanhamento constante do documento. Como acompanhar o CNPJ da sua empresa? Agora que você já entendeu os benefícios da estratégia, deve estar com dúvidas sobre como monitorar o CNPJ da empresa, não é mesmo? Como falamos no tópico anterior, isso pode ser feito de forma manual, com uma frequência de consulta quinzenal ou mensal, por exemplo, ou com o apoio da tecnologia. Investir em soluções tecnológicas é uma excelente maneira de analisar os dados da empresa de forma facilitada. sabia que também é possível consultar o documento de seus clientes? A atitude é positiva para reduzir riscos na venda! Ninguém deseja ter que lidar com atrasos no pagamento ou inadimplência, não é mesmo? Essas situações prejudicam o fluxo de caixa e a saúde financeira da companhia e geram custos extras para a recuperação de dívidas. Por isso, é preciso adotar estratégias de análise de crédito para minimizar os riscos em vendas com pagamento a prazo. Uma das formas de fazer isso é consultar CPF ou CNPJ do cliente antes de toda a venda, outra dica é utilizar uma ferramenta para monitoramento da carteira de clientes empresariais. Assim, você obtém dados atualizados e recebe avisos em casos de movimentações nos documentos. Sendo assim, você pode obter informações atualizadas sobre o seu empreendimento e sobre seus clientes para tomar decisões mais acertadas, influenciando a saúde financeira e o sucesso corporativo. E então, conseguiu entender a importância de consultar o CNPJ da empresa? Um gestor precisa ficar atento a inúmeros fatores para garantir a sustentabilidade e o crescimento do negócio. Como mostramos, cuidar do CNPJ é uma medida significativa para conhecer o perfil financeiro da companhia perante o mercado e adotar estratégias para melhorar isso e ter mais facilidade ao solicitar empréstimos e fazer acordos comerciais. Ainda ficou com dúvidas? A Solvção pode te ajudar! É só clicar no link abaixo e falar com um de nossos especialistas. Fonte: Serasa Experian

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Você optou por trabalhar como PJ, mas ainda tem algumas dúvidas?

Trabalhar como PJ é uma opção que vem crescendo cada vez mais.  O empreendedorismo já vinha numa escala crescente, principalmente nesse momento em que não só o Brasil mas o mundo atravessa. O mercado de trabalho e as relações comerciais tiveram que passar por grandes mudanças e adaptações e com isso tornar-se uma Pessoa Jurídica (PJ) passou a ser uma alternativa bem conveniente. Outro aspecto a se considerar é a flexibilização das leis trabalhistas, pois com ela muitos funcionários de carteira assinada passaram a ser prestadores de serviços como PJ dentro das empresas. Essa modalidade oferece vantagens para os dois lados se considerada a alta carga tributária da nossa economia. No entanto, sabemos que sempre surgem dúvidas na hora de optar por registrar uma empresa e passar a ser dono de um CNPJ. Nessa matéria falaremos um pouco mais sobre isso. Como se tornar um PJ? Antes de optar por trabalhar como PJ é necessário se tornar uma pessoa jurídica, ou seja, registrar um CNPJ. O primeiro passo é definir qual será seu modelo de empresa, de acordo seu segmento de trabalho. Os modelos disponíveis hoje, segundo as leis brasileiras, são os seguintes: 1- Microempreendedor Individual (MEI) Esse modelo serve para quem opta por trabalhar de forma autônoma  ou como profissional liberal e que tenha um faturamento que não ultrapasse R$ 81.000,00 anuais.  Nesse caso não é permitido que o empreendedor seja sócio em nenhuma outra empresa. A grande vantagem dessa modalidade de empresa é ter uma única taxa baixa de imposto. Uma desvantagem é que o recolhimento do INSS incluído no imposto único só dá direito a aposentadoria por idade e não por tempo de serviço. 2- Microempresa (ME) Caso seu faturamento extrapole os R$ 81 mil, mas seja menor que R$ 360 mil ao ano, você deve abrir uma Microempresa (ME).  Nesse formato você terá que se enquadrar no regime tributário do Simples Nacional. 3- Empresa de Pequeno Porte (EPP) A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é destinada para quem possui faturamento entre R$ 360 mil e até R$ 4,8 milhões. Neste modelo, você também pode se enquadrar no Simples Nacional, desde que seu ramo de atividade não seja vedado a este tipo de regime tributário, como corretor de valores, banco de investimentos, sociedade de crédito, entre outras. Após definir o  modelo tributário adequado ao seu negócio, o próximo passo é abrir sua empresa, buscando cumprir todas as exigências legais, tais como registrar um CNPJ, Inscrição Estadual,  obter alvará de funcionamento junto aos órgãos competentes, e tudo o mais que for necessário para que possa emitir as notas fiscais. E como trabalhar como PJ? Uma vez tendo se tornado uma pessoa jurídica, basicamente, existirão duas formas de trabalhar como PJ. A primeira delas é trabalhar em uma empresa, ser um prestador de serviços e não mais um funcionário contratado segundo as regras da CLT, ou seja, com carteira assinada. Dessa forma não existirão mais benefícios como férias, 13º Salário, entre outros. Quem vai arcar com os impostos e encargos é sua pessoa jurídica. No entanto, no momento de ser contratado, lembre-se de negociar um pagamento mensal que seja vantajoso para cobrir as vantagens perdidas, mas leve em consideração que uma das vantagens é uma menor retenção de valores sobre o salário mensal. Outra vantagem de trabalhar como PJ é a flexibilidade de horário. Como você será contratado para prestar determinado tipo de serviço, é possível negociar qual horário fará o trabalho, permitindo inclusive que você possa atender mais empresas. A segunda forma de trabalho é sendo um empresário tradicional, onde você presta seu serviço a diversos clientes, podendo inclusive ter uma sede da sua empresa e, se for o caso, ter funcionários. Nas duas formas de trabalhar como PJ se tem mais obrigações, mas também bem mais autonomia. Dicas importantes para trabalhar como PJ 1- Faça um plano de previdência privada É importante para ter segurança caso surja algum imprevisto, como por exemplo, em caso de doença que lhe impeça de trabalhar temporariamente. 2- Contrate um bom contador A gestão contábil e financeira de uma empresa requer conhecimento técnico para que os impostos sejam pagos de forma correta, evitando problemas com a Receita Federal. Para isso, contrate um bom contador para poder contar com assessoria profissional competente. 3- Os contratos são importantes Não negligencie a formatação do contrato quando for fechar uma prestação de serviços. É fundamental determinar o tipo de serviço, prazos, valores, direitos e deveres de ambos. 4- Conquistar confiabilidade no mercado Para o trabalhador que atua como prestador de serviços por meio de um CNPJ é necessário um tempo maior para conseguir crédito no mercado, pois a credibilidade da empresa surge com tempo de existência.  Para isso, mantenha todas as obrigações contábeis e fiscais sempre em dia. 5- Abra uma conta bancária jurídica É essencial abrir uma conta bancária jurídica para fazer todas as transações financeiras através dela, inclusive buscar financiamentos com vantagens para Empresas. _______________________________________________________________________________ Ainda ficou com dúvidas sobre como trabalhar como PJ? Então entre em contato com a Solvção e receba uma consultoria completa e gratuita para abrir sua empresa. Teremos prazer em lhe atender pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@srv1108983.hstgr.cloud

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Você tem um Pequeno Negócio? Aprenda a separar CPF de CNPJ.

Atualizado em 23/01/2023 Por vocação ou necessidade, o número de pessoas donas do próprio negócio disparou. E infelizmente, metade destas novas empresas não terá vida longa. Em torno de 25% devem fechar as portas antes de completar dois anos, apontam estudos do Sebrae. O motivo? Em parte, por terem que quitar dívidas que não são delas. Mesmo o MEI (Microempreendedor Individual) deve separar as receitas e despesas da empresa das contas que a pessoa física tem que pagar. Essa confusão nos números acaba sacrificando o caixa da empresa em benefício do dono. E muitas vezes, quando o empreendedor percebe o quanto isso é prejudicial, já é tarde demais. Os micro e pequenos negócios representam praticamente 90% dos empreendimentos do país. Muitos deles perderam o emprego na pandemia e empreender foi a única opção. A maioria tem boa qualificação profissional, mas pouco conhecimento em gestão. Estudos revelam que de cada 10 empresas, 4 fecham as portas por falta de planejamento financeiro. E a confusão com os gastos é um dos principais motivos. Muita gente confunde CPF e CNPJ e isso coloca em xeque a saúde financeira da empresa. O erro que a maioria dos pequenos empresários cometem Tem empreendedor que está dentro da empresa, aí chega uma conta de casa – luz, água, ou o colégio do filho – e ele já coloca no caixa, pagando aquela conta como se fosse uma despesa da pessoa jurídica. Isso vai fazer falta logo à frente. A orientação é definir um valor fixo de retirada mensal – o que os contadores chamam de pró-labore. Isso nada mais é do que a remuneração, uma espécie de salário ao dono do negócio pelo tempo e pelo esforço dedicados à empresa. Uma sugestão é verificar o salário médio que os profissionais que fazem o mesmo que você, recebem. Não basta a empresa ser sua que o seu salário será o dobro ou triplo do mercado. Como estipular qual será o salário do dono do negócio Vamos tomar como exemplo um microempreendedor, dono de um salão de beleza. O salário médio de um cabeleireiro hoje é de R$ 2.400,00 na região da capital. O ideal é que o dono do salão deve começar com esse parâmetro e retirar esse valor mensalmente, considerando como sendo seu salário. O lucro, deve ser reinvestido na empresa e garantir um capital de giro, além de fazer um fluxo de caixa. É importante ter conhecimento de todas as receitas e despesas como água, luz, internet, aluguel etc. Com o passar do tempo e a receita aumentando, o valor do pró-labore poderá ser revisto. Mas o que se vê na prática é muita gente limpando o caixa da empresa para fazer a reforma da casa ou comprar um carro novo, no lugar de usar esta verba para expandir o negócio, comprar um equipamento ou investir na divulgação da marca. E aí, sem nenhuma reserva, basta um pequeno imprevisto e a empresa se vê sem dinheiro. Organizar os custos para diminuí-los é fundamental Quem mantém o CNPJ afastado do CPF tem facilidade em dizer se a empresa está dando lucro, qual o valor das sobras e também dos custos de manutenção. E ter isso à mão permite reavaliar suas escolhas e promover mudanças para tornar sua gestão mais eficiente. Quanto você gasta com produtos de limpeza? E com juros? E com as tarifas do banco? Rever custos também envolve a renegociação de dívidas. A pandemia gerou uma quebra brusca na demanda. Muitas empresas viram o faturamento despencar de um mês para o outro e não conseguiram honrar seus compromissos financeiros. Fugir dos credores definitivamente, não é o caminho. O melhor é ter uma conversa franca e honesta, expondo suas dificuldades e solicitando um prazo maior para quitar a dívida. Se necessitar de um empréstimo para manter a empresa funcionando, pesquise! Não assine contrato com o primeiro que lhe oferecer, há várias linhas de crédito disponíveis no mercado, e com juros cada vez menores. Para quem anda meio desmotivado, mais uma vez os números comprovam que a reação econômica já começou. Além disso, há várias oportunidades em meio à crise. Muitas empresas que não vendiam pela internet começaram a vender. Aproveite esta oportunidade para verificar se não tem outros nichos de mercado que você pode explorar. Por fim, ao idealizar um novo negócio, conte com a Solvção para que seja um processo tranquilo e o menos burocrático possível! Estamos à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone 11 4858-4085 ou WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@srv1108983.hstgr.cloud

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O Pequeno Empresário precisa de contador?

Com exceção do Microempreendedor individual (MEI), todas as demais microempresas (ME) precisam de contador não apenas por exigência da lei, mas para se tornarem mais seguras e eficientes. A principal diferença tem a ver com o teto de faturamento, valor limite para a emissão de notas. No caso do MEI, é permitido emitir até 81 mil reais anuais em notas fiscais e o empreendedor não pode ter participação ou sociedade em outras empresas. Já a ME pode faturar até 360 mil reais durante um ano. Ela pode se enquadrar como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, escolha que depende da atividade e estratégia do negócio. E sabe quem auxilia você nessa decisão? Ele mesmo: o contador! Além disso, nem todas as atividades são permitidas para o MEI, sabia? Por isso, é preciso analisar previamente se é ou não possível abrir a empresa nesse formato. Em caso positivo, não é preciso registrar o Contrato Social da Junta Comercial, como é exigido com a ME. E se a intenção é ter mais de um funcionário ou mesmo uma pequena equipe, o caminho é optar pela ME. Essas são as diferenças básicas entre os dois tipos. A partir delas já dá para entender que uma opção não é melhor que a outra, mas sim mais ou menos adequada para cada situação. Enquanto o MEI não exige tantas etapas e documentos, a ME tem mais liberdade para faturar e crescer. Se você se enquadra nesse segundo cenário, não se preocupe, pois a parceria com um bom contador consegue deixar o processo bem mais tranquilo e com menores riscos! Além de cuidar da entrega das obrigações para o governo na hora certa, o contador irá lhe auxiliar a abrir sua empresa da maneira correta, comandar o planejamento financeiro, verificar se está tudo caminhando para o lucro, além de gerar informações essenciais para a tomada de decisões a respeito do futuro da empresa.  O balanço, os livros contábeis e aqueles arquivos enviados digitalmente (SPED, DIRF, DCTF e tantas outras siglas) precisam ser assinados por um contador com registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Nesse contexto, dá até para pensar que a alternativa mais vantajosa é se tornar um MEI para se ver livre de todas essas obrigações, não é mesmo? Na prática, porém, não é bem assim que funciona. Para você entender melhor do que estamos falando, vamos aproveitar para mostrar algumas diferenças entre a Microempresa (ME) e o Microempreendedor Individual (MEI). Nós contadores somos parceiros para todas as horas, afinal de contas, qual é o papel do contador? Explicamos, anteriormente e de maneira geral, sua importância, mas precisamos detalhar suas funções. Entenda! Cuida do processo de abertura do CNPJ A formalização de uma empresa exige uma série de procedimentos que empreendedores não costumam conhecer. Entra aí o contador, profissional especializado que sabe de todos os detalhes necessários para lidar com esse processo. Ele dá suporte na definição do capital social e do regime de tributação, bem como orienta sobre o CNAE mais adequado para o ramo de atividade, entre diversos outros pontos do início ao fim do processo. Organiza rotinas diárias e mensais Como a contabilidade demanda informações financeiras bem detalhadas, acaba imprimindo ritmo e organização aos lançamentos de entradas e saídas de caixa, estoque e administração de bens e equipamentos. O contador é quem recebe essas informações e as organiza, gerando relatórios mensais, semestrais e anuais, obrigatórios para prestar satisfações ao Fisco. Gera informações e relatórios para a gestão Os documentos gerados pelo contador não servem apenas para atender a exigências legais. Na realidade, eles podem orientar os rumos da empresa, apontando tanto aquilo que dá lucro como o que representa fragilidade para o negócio. O apoio desse profissional também ajuda na tomada de melhores decisões sobre o fluxo de caixa, o capital de giro, a formação de preços, entre outros assuntos. Mantém a empresa regularizada A contabilidade é responsável pelo fornecimento de dados para investidores, sócios e o governo. Especificamente para o governo, quando essas informações são passadas de forma incorreta, o negócio fica exposto ao pagamento de multas e restrições que podem até impedir seu funcionamento. Mas não se preocupe, porque são mínimas as chances de ter que lidar com isso ao contar com o auxílio de uma boa contabilidade, que vai enviar as devidas obrigações com precisão na apuração e, claro, nas datas certas. Fonte: jornalcontabil.com.br ______________________________________________________________________________ A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas, é só entrar em contato com a gente pelo telefone  11 4858-4084 ou WhatsApp 11 99339-8780 ou e-mail: contato@srv1108983.hstgr.cloud

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