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Quanto custa abrir uma empresa? Elaboração do plano de negócio Decisão do modelo de negócio Elaboração do documento de constituição Decisão do tipo de empresa Definição do CNAE Definição do Regime Tributário Pesquisa do nome empresarial Solicitação do Alvará Solicitação da Inscrição Estadual Verificar a necessidade de Certificado Digital Quanto custa abrir uma empresa? Os custos para abrir uma empresa no Brasil podem variar consideravelmente com base em vários fatores, como o tipo de empresa, o estado onde será registrada, taxas cobradas por profissionais (como advogados e contadores), entre outros. Taxas governamentais e registros: Isso inclui taxas de registro na Junta Comercial ou Cartório, custos para obter o CNPJ na Receita Federal, taxas de licenciamento e alvarás municipais e estaduais. Essas taxas variam de estado para estado e de acordo com o tipo de empresa. Honorários profissionais: Você pode contar com a ajuda de profissionais, como a SOLVÇÃO, que te auxiliará com a elaboração do contrato social e orientar legalmente o processo, bem como lidar com questões contábeis e fiscais. Capital Social: Você pode entender melhor sobre o Capital aqui, mas, basicamente, é o investimento que você realiza na empresa para que ela possa ser aberta e iniciar suas atividades. Custos adicionais: Certas atividades empresariais podem exigir licenças ou autorizações especiais, o que pode acarretar custos extras. Além disso, despesas com aluguel de espaço, compra de equipamentos, móveis, entre outros, também devem ser consideradas. Em resumo, os custos totais podem variar amplamente, mas é recomendável ter um orçamento que inclua taxas governamentais, custos legais e contábeis, bem como quaisquer despesas adicionais específicas do seu negócio. O auxílio de um contador especializado pode ajudar a estimar de forma mais precisa os custos associados à abertura da sua empresa, considerando suas necessidades específicas. Elaboração do plano de negócio Elaborar um plano de negócio é crucial para visualizar e estruturar todas as áreas do seu empreendimento. Resumo Executivo: Visão geral do negócio, seus objetivos, produtos/serviços oferecidos, mercado-alvo, diferenciais competitivos e projeções financeiras resumidas. Descrição da Empresa: Missão, visão e valores. Estrutura legal, história e estágio atual do negócio. Análise de Mercado: Pesquisa de mercado: tamanho, tendências, concorrência, perfil do cliente, comportamento do consumidor. Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades, Ameaças). Produtos ou Serviços: Descrição detalhada dos produtos/serviços oferecidos, diferenciais, ciclo de vida, possíveis melhorias ou inovações futuras. Estratégia de Marketing: Plano de marketing: estratégias de divulgação, canais de distribuição, posicionamento de marca, precificação, promoção e publicidade. Plano Operacional: Processos operacionais, infraestrutura necessária, fornecedores, logística, gestão de estoque. Estrutura Organizacional e Recursos Humanos: Organograma, funções e responsabilidades dos colaboradores, necessidades de contratação, políticas de RH. Projeções Financeiras: Fluxo de caixa, demonstrações de resultados projetadas, balanço patrimonial, investimentos iniciais e fontes de financiamento. Estratégia de Crescimento: Planos de curto, médio e longo prazo para crescimento e expansão do negócio. Anexos e Apêndices: Documentos de suporte, como currículos da equipe, pesquisas de mercado, contratos, entre outros. Dicas importantes: Seja realista e fundamentado em dados. Revise e atualize regularmente o plano de negócio. Adaptabilidade é chave, então esteja aberto a ajustes conforme necessário. Considere feedbacks de mentores, especialistas ou potenciais investidores. Elaborar um plano de negócio pode ser desafiador, mas é um passo fundamental para o sucesso do empreendimento, fornecendo direção e clareza sobre os objetivos e estratégias necessárias para alcançá-los. Decisão do modelo de negócio Existem vários modelos de negócios, e muitas empresas combinam diferentes elementos para se adaptar ao mercado e às demandas dos clientes. Venda Direta ou Varejo Tradicional: Descrição: Venda de produtos ou serviços diretamente aos consumidores por meio de lojas físicas, comércio eletrônico ou outros canais de distribuição. Exemplo: Lojas de varejo, supermercados, lojas online. Assinaturas ou Serviços Recorrentes: Descrição: Oferta de produtos ou serviços em uma base de assinatura regular, gerando receita previsível. Exemplo: Serviços de streaming de vídeo (Netflix), assinaturas de revistas ou caixas de produtos mensais. Marketplace: Descrição: Plataforma online que conecta compradores e vendedores, facilitando transações entre eles. Exemplo: Amazon, eBay, Mercado Livre. Franquia: Descrição: Replicar um modelo de negócio bem-sucedido por meio de licenciamento para terceiros. Exemplo: McDonald’s, Subway, Havaianas. Freemium ou Modelo “Grátis + Premium”: Descrição: Oferta gratuita de um serviço básico, com opções premium ou recursos adicionais pagos. Exemplo: Dropbox (oferece espaço gratuito com opções pagas para mais armazenamento), jogos freemium para dispositivos móveis. Publicidade ou Modelo de Anúncios: Descrição: Oferta gratuita para os usuários, com receita proveniente de publicidade e parcerias com anunciantes. Exemplo: Google (serviços gratuitos como pesquisa e e-mail com receita gerada por anúncios), mídias sociais como Facebook e Instagram. Licenciamento: Descrição: Geração de receita por meio da concessão de direitos de uso de propriedade intelectual, como patentes, marcas registradas ou software. Exemplo: Microsoft (licencia o sistema operacional Windows para fabricantes de computadores), franquias de personagens de quadrinhos para produtos de consumo. Fabricação e Venda de Produtos: Descrição: Produção de bens físicos para venda direta aos consumidores ou a varejistas. Exemplo: Apple (fabricação e venda de iPhones, iPads, Macs), empresas de vestuário, indústrias automobilísticas. Plataforma de Serviços: Descrição: Oferta de uma plataforma que permite a interação entre prestadores de serviço e clientes. Exemplo: Uber (plataforma que conecta motoristas e passageiros), Airbnb (plataforma para aluguel de acomodações entre anfitriões e hóspedes). Estes modelos de negócios têm estratégias específicas para gerar receita, atender às necessidades do mercado e garantir a sustentabilidade e crescimento do negócio. Cada um pode ser adaptado de acordo com o setor, público-alvo e objetivos da empresa e cada modelo de negócio possui suas próprias vantagens, desafios e estratégias específicas para o sucesso. Elaboração do documento de constituição A elaboração do documento de constituição de uma empresa é um passo crucial no processo de abertura do negócio. Esse documento pode variar dependendo do tipo de empresa que você está registrando, mas geralmente inclui alguns elementos comuns. Escolha da Estrutura Empresarial: O tipo de empresa que será constituída (LTDA, SLU, S.A., etc.), levando em consideração suas características, responsabilidades e número de sócios. Definição do Contrato Social
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A conta Gov.br possui três níveis: Ouro, Prata e Bronze. Quanto maior o nível, maior a segurança dos seus dados, o que, consequentemente, implica no acesso a outros tipos de serviços, como o Sistema Valores a Receber, e transações digitais. Se você está no nível bronze e deseja avançar, continue a leitura e conheça o passo a passo de como ter uma conta Gov.br prata ou ouro. Como já citado, conforme você avança nos níveis na sua conta, mais segurança terá e também mais acessos. Diferente do nível bronze, os níveis prata e ouro permitem que você acesse todos os benefícios que são: – Conta única para conectar com vários serviços digitais; – Login com biometria no celular; – Gerenciamento do uso de dados; – Prova de vida a partir de reconhecimento facial; – Visualização e compartilhamento de dados e documentos digitais; – Serviços gratuitos de assinatura eletrônica; – Acesso a outros serviços públicos que necessitam de maior confiabilidade; – Habilitação da autenticação de dois fatores. Como avançar de nível pelo aplicativo Pelo aplicativo Gov.br o processo é bem simples: – Abra o app no celular e faça o login na sua conta; – Clique em “Aumentar nível”. Na página inicial do aplicativo, no topo, já é possível ver o seu nível e, logo abaixo, o botão “Aumentar nível”. Na sequência, o app te encaminha para as formas de validação disponíveis para o seu perfil. Como avançar de nível pelo computador – Faça login na sua conta em https://contas.acesso.gov.br/ – No menu lateral esquerdo, clique na última opção “Privacidade”; Na tela seguinte, aparecerão todas as informações pessoais do seu cadastro que o serviço precisará utilizar. Clique em “Autorizar” para dar continuidade. Depois disso, você será encaminhado para uma página que mostrará as confiabilidades que já possui e como pode adquirir outras referente aos níveis prata e ouro. Você pode adquirir o nível Prata a partir de: – Cadastro via Sigepe – cadastro validade em base de dados de servidores públicos da União – Via validação biométrica – cadastro validado por Biometria Facial (Denatran); – Cadastro via Internet Banking; – Banco do Brasil; – Banrisul; – Bradesco; – Caixa Econômica; – Banco de Brasília; – Sicoob; – Santander. É possível adquirir o nível Ouro a partir de: – Cadastro via validação biométrica – validação por Biometria Facial no balcão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); – Cadastro via certificado digital – validação e autenticação compatível com as especificações da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-BRASIL). Para clientes Solvção temos descontos promocionais nos certificados. Informe-se com um de nossos especialistas.
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Atualizado em 26/05/2023 Depois da nota fiscal eletrônica, a emissão de NF de compra e venda de produtos e serviços ficou mais simples. No mesmo período, surgiu o arquivo XML de nota fiscal. Apesar do tempo de funcionamento, há quem se pergunte o que é arquivo XML e qual sua finalidade. Acompanhe o conteúdo dessa matéria e saiba como o seu estabelecimento deve cumprir as exigências da Receita Federal. O que é o arquivo XML de nota fiscal O XML – Extensible Markup Language – é um arquivo de texto encontrado dentro da norma nacional de escrituração fiscal. Esse arquivo é o formato digital da NF-e e dentro dele constam todas as informações referentes a emissor, destinatário, produtos e serviços adquiridos. Como parte da obrigatoriedade fiscal, impõe que tanto o emissor quanto o destinatário preservem o documento pelo prazo mínimo de 5 anos. O arquivo XML deve ser apresentado sempre que exigido. Caso a pessoa ou empresa não o tenha em mãos, a Receita Federal poderá aplicar multas. O arquivo XML chegou para simplificar processos, inclusive no setor contábil. Essa simplificação proporciona a organização das notas fiscais, o armazenamento por tempo limitado e envio digital aos clientes, método que reduz drasticamente os custos com impressão. Como o arquivo XML é emitido e o que deve conter nele Para emitir o arquivo XML é necessário possuir um certificado digital e um sistema de emissão de notas fiscais eletrônicas. Após preencher os dados e realizar a validação da NF-e, o documento XML é gerado automaticamente. É preciso salvá-lo de imediato em um local seguro. É obrigatório conter as seguintes informações no documento: – Dados da nota fiscal eletrônica: número, modelo e série da NF-e, datas de emissão, entrada/saída e valor; – Todos os dados do emissor e cliente: nomes, endereços, CNPJs, entre outros dados; – Informações sobre o produto ou serviço; – Dados do ICMS, impostos, base de cálculo, valor de frete, entre outras informações; – Informações sobre transporte: entregador, veículo, placa, entre outros. Como o arquivo XML é gerado a partir de uma nota fiscal eletrônica, todas as informações são reproduzidas nele. As obrigações de quem envia e recebe o arquivo XML É obrigação do emissor, enviar esse documento para o cliente. Alguns softwares fazem essa tarefa de forma automática logo após o arquivo XML ser gerado, inclusive na versão PDF. Existem procedimentos indispensáveis que devem ser feitos após o recebimento da NF-e pelo cliente, um deles é a verificação da autenticidade do arquivo recebido e a validade da certificação digital. Esses garantem que o documento siga todas as normas. Com relação ao setor contábil e financeiro de uma empresa, é interessante que relatórios sejam desenvolvidos, agilizando o processo de entrega para a diretoria. Também existem soluções inteligentes que automatizam essa tarefa, gerando de forma eficiente toda a documentação necessária. _______________________________________________________________________________ Se você tem uma empresa, experimente mudar para a Contabilidade Digital Consultiva. A Solvção está à disposição para ajudá-lo e esclarecer suas dúvidas sobre contabilidade, é só entrar em contato com a gente:pelo telefone 11 4858-4085, WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@srv1108983.hstgr.cloud
O que é um arquivo XML de nota fiscal e para que serve Read More »
Atualizado em 15/05/2023 O representante legal é a pessoa física que representa a empresa diante da Receita Federal e de outras pessoas físicas ou jurídicas que ela venha a se relacionar. Ou seja, no caso uma empresa, o seu representante legal é seu sócio, sócio administrador ou dono. O uso do certificado digital está sempre sob responsabilidade de seu representante, exceto quando esse nomeia, via procuração pública, um responsável legal para a utilização do certificado em seu nome. Apesar dessa possibilidade de autorização de uso da certificação por um terceiro, o representante legal não pode ser alterado ou ter seus dados atualizados sem que ocorra a invalidação do certificado digital. Neste caso, é necessária a emissão de um novo certificado. E o responsável legal? É quem efetivamente terá a posse do certificado e sua senha e será capaz de assinar documentos e autenticar operações por meio delas. O responsável não precisa obrigatoriamente fazer parte do grupo de sócios da empresa. Conforme o Termo de Titularidade da ICP-Brasil, assinado no ato da emissão, as obrigações do responsável legal consistem em: apresentar a documentação original comprobatória dos dados em seu Certificado Digital; e responsabilizar-se pela criação, troca, utilização e proteção das senhas, chave privada e da mídia que as contém. Por que há confusão? A confusão entre esses dois papéis do universo dos certificados digitais não é incomum e pode acontecer por motivos diferentes. Primeiramente, nada impede que o representante legal seja também o responsável legal pelo certificado e quem o utiliza durante as operações. Além disso, é válido lembrar que para todo CNPJ há uma pessoa física registrada na Receita como responsável pela empresa, que representa e responde pelo negócio juridicamente. No entanto, na área de certificações essa pessoa é nomeada como representante. De todo modo, agora você sabe a diferença entre esses dois sujeitos da certificação e fica mais fácil não confundir os termos, não é mesmo? Certificado digital e procuração O certificado digital é uma tecnologia que permite a realização de operações eletrônicas seguras e autênticas. Porém, nem sempre o titular é realmente quem utiliza o certificado durante as operações, principalmente quando estamos falando em certificações de pessoas jurídicas. Para donos de empresa, é fundamental saber a diferença entre representante legal e responsável legal. Como já dito, o representante legal do certificado pode emitir uma procuração pública, junto à RFB ou de forma eletrônica, para que outro assuma a responsabilidade e o uso do certificado digital, contemplando as aplicações de assinatura de documentos até as autenticações de acesso para serviços públicos, como os do portal e-CAC. Porém, a procuração não exclui a necessidade de comparecimento do representante e do responsável à Autoridade Certificadora para a apresentação dos documentos. Além disso, a procuração só é aceita pela Autoridade Certificadora se tiver sido emitida em até 90 dias antes da data de apresentação dos documentos para a certificação. Nela, os poderes cedidos ao responsável são estabelecidos com exatidão. Tipos de certificado digital e procuração O estabelecimento de um responsável legal para o certificado a partir de uma procuração não é válido para todos os tipos de certificados digitais. Essa condição vale somente para certificações destinadas à pessoas jurídicas, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes empresas. Porém, quando falamos de certificados digitais de pessoa física, a procuração e a transferência de responsabilidade não são admitidas, pois a certificação funciona como uma identidade eletrônica do titular. Neste último caso, o titular deve ser identificado no Termo de Titularidade na emissão da certificação e ele cumpre o papel de representante e responsável legal do certificado. _____________________________________________________________________________ Nós fazemos o seu Certificado Digital! Depois de entender um pouco mais sobre o mundo dos certificados digitais, que tal aproveitar uma oportunidade de negócio a partir deles? Os clientes da Solvção têm desconto especial na compra do Certificado Digital A1 e-CNPJ e e-CPF (com validade de 12 meses) com atendimento por Videoconferência nas renovações. É só entrar em contato com a gente: pelo telefone 11 4858-4085, WhatsApp 11 95050-1217 ou e-mail: contato@srv1108983.hstgr.cloud
Responsável legal X Representante Legal: Você sabe a diferença? Read More »